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Publicado em Quinta, 28 Fevereiro 2013 19:29
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 A 1ª Cozinha Fotográfica de 2013, que ocorreu na noite do dia 26/2, contou com a presença de vários repórteres fotográficos, estudantes e amantes da fotografia.  Em um ambiente descontraído, André Coelho, do jornal  O Globo; André Dusek e Beto Barata, ambos do Estado de S. Paulo, foram os profissionais que realizaram apresentações.

André Coelho apresentou o trabalho que realizou no ano passado na Comunidade de Lavra, município de Crixás, Goiás. Ele fotografou um grupo de oito garimpeiros que buscam o ouro na mina com condições mínimas de trabalho. André falou que a maior dificuldade para a produção das imagens foi que ele teve que descer cerca de 60m de profundidade  para fazer as fotos. “O que mais me chamou atenção é que eles não têm estrutura nenhuma para trabalhar. O equipamento para descer a mina é arcaico. O que eles conseguem de ouro é para sobreviver. Eles vivem desse sonho”, disse André.

André foi designado pelo jornal para cobrir uma grande mineradora, mas ao chegar à região descobriu que existia esse grupo de garimpeiros e se interessou em fotografar. “A pauta acabou sendo transformada. Uma dessas imagens que estou apresentando foi o destaque da matéria que fizemos. Nós conseguimos mudar a pauta que foi estipulada pelo veículo”, ressaltou.

Serra Pelada

André Dusek demonstrou as fotografias que produziu em 1980 em Serra Pelada, no Pará. Ele disse que foi o primeiro repórter fotográfico de veículo impresso a fazer imagens do local. Dusek explicou que a mídia era proibida de entrar para fotografar e que teve muita sorte em conhecer o Major Curió, que na época era quem comandava os mais de 25 mil garimpeiros. “Eu consegui entrar, mas para isso tinha que ficar mais uns dois dias por lá. O jornalista que estava comigo teve que ir embora e eu fiz as fotos e a matéria, que renderam duas manchetes para o Correio Braziliense, jornal que trabalhava naquela época”, contou.

Fotos embaixo d’ água

Beto Barata mostrou fotos que fez para o projeto “Brasília Submersa”, no qual o fotógrafo apresenta um outro olhar sobre a capital federal – a vida da cidade debaixo d’água, no Lago Paranoá. “Eu tirei fotos da memória submersa da cidade. Encontrei muito lixo como garrafas pets, mesa, tanque de lavar roupa, lixo que restou da própria construção da Ponte JK; mas também conheci um lago que não imaginava com tartaruga, tilápia. Isso tudo pode ser conferido nas fotografias”, afirmou.

Na sua explanação, Barata também trouxe a diferença entre se fazer fotos dentro de um lago e dentro do mar. “No mar nós temos a correnteza e por mais que eu já tivesse mergulhado, foi muito difícil fotografar na primeira vez”, disse. Durante a sua apresentação ele mostrou imagens Ilha de Gorgona e de outras regiões que fotografou na Colômbia.

 

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