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O Sindicato dos Jornalistas do DF convida a categoria para nova assembleia da Campanha Salarial 2017, que ocorrerá na próxima segunda-feira, 8/5, às 20h, no auditório da entidade (SIG, Qd. 2, Ed. City Offices). A assembleia irá avaliar a nova proposta patronal e os rumos da negociação da Convenção Coletiva de Trabalho dos Jornalistas do DF 2017/2018. 

Na última mesa de negociação realizada em 27/4, o Sindicato patronal apresentou poucos avanços.  Na nova proposta, os empresários propuseram 4,57%, de aumento nos salários e no piso salarial (porcentagem referente à inflação do período da data-base dos jornalistas - 1º de abril), ambos seriam efetuados em parcela única na folha de maio de 2017.

Apesar de aumentar de 3,5% para 4,57%, as propostas de reajustes do salário e do piso salarial estão muito aquém do pleito dos trabalhadores, que reivindicam um reajuste de 8,9% - sendo 4,57% referente à reposição inflacionária INPC mais 4,33% de perdas dos dois últimos anos (1,42% no ano de 2015 e 2,91% referente a 2016).

A proposta dos empresários apresenta também mudanças nos valores da Participação dos Lucros e Resultados (PLR). Os patrões sinalizaram o valor limite de R$ 1.900 e o piso de 1.650, sendo que o benefício poderia ser pago em parcela única até o dia 31/12/2017 ou em duas parcelas (a primeira em 31/10/2017 e a segunda até 28/2/2018).

Em relação ao auxílio-creche e ao tíquete alimentação, as empresas insistem em manter os mesmos valores de 2016, R$ 450 e R$ 280, respectivamente.

Segundo a diretoria do Sindicato, não existe razão para os patrões não fazerem um exercício de reajuste em todos os itens da CCT, visto que este ano são negociadas as cláusulas econômicas e três cláusulas adicionais de cada sindicato. No entanto, a proposta dos empresários não leva em conta que os setores da alimentação e da educação sofreram grande impacto da inflação.

Cláusulas adicionais

Sobre as cláusulas extras, o sindicato patronal propõe que sejam retiradas as negociações de cláusulas adicionais neste ano. “Não há sensibilidade dos patrões no sentido de negociar as cláusulas sociais apresentadas pela categoria, como a estabilidade e ampliação das licenças maternidade e paternidade - para as quais existe inclusive um programa de estímulo do governo federal”, afirma Renata Maffezoli, coordenadora –geral do SJPDF.

 “A reunião foi difícil. Por isso, é importante a presença dos jornalistas na assembleia, para fortalecer a nossa ação na mesa, para que os patrões vejam que os jornalistas não estão dispostos a abrir mão da reposição de suas perdas salariais e que não vão aceitar pagar a conta dessa crise pelo terceiro ano consecutivo. Reforçamos que o engajamento dos jornalistas é fundamental, pois a diretoria do sindicato, sozinha, não conseguirá pressionar os patrões, sem apoio dos trabalhadores”, completa Maffezoli.

Quadro comparativo de propostas

  Proposta dos trabalhadores Proposta dos Patrões
Reajuste 8,9% - (INPC + 4,33% -das perdas do sois últimos anos) 4,57% de aumento
Piso 8,9 - (INPC + 4,33% -perda dos dois últimos anos) 4,57%
PLR 45% da remuneração  
    - Teto - R$ 2.600
    - Piso - R$ 2.300

35% da remuneração

Teto – R$ 1.900

Piso – R$ 1.650

(benefício ser pago até o dia 31/12/2017 ou em duas parcelas -a primeira em 31/10/2017 e a segunda até 28/2/2018).

Auxílio-alimentação Mínimo de R$ 480 por mês (R$ 20 por dia) e, para quem ganha mais do que isso, reajuste segundo o INPC Nenhum aumento (manter os R$ 280 da convenção anterior)
Auxílio-creche Mínimo de R$ 500 e reposição segundo INPC . Nenhum aumento (manter os R$ 450 da convenção anterior)
Seguro de vida Mesmo valor do reajuste salarial 3,5%

Proposta de cláusulas adicionais da categoria

1)Estabilidade (jornalistas não poderão ser dispensados no prazo de 180 após a assinatura da CCTe solicitação de participação do Sindicato no cas de dispensas de mais de 10 jornalisas)

2)Licença-maternidade de 180 dias e licença-paternidade de 30 dias;

3)Adicional para quem produz para mais de um veículo, sendo 20% para situações ocasionais e 35% para situações habituais.

 

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