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Publicado em Terça, 27 Junho 2017 16:32
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Assembleia-geral realizada nesta segunda-feira, 26/6 aprovou a participação dos jornalistas do DF na segunda edição da greve geral, que ocorrerá nesta sexta-feira, 30/6. Convocada por todas as centrais sindicais do país, a Greve Geral é um movimento contra as reformas Trabalhista e da Previdência, contra a Lei das Terceirizações e pela saída de Michel Temer da Presidência da República.

A partir de hoje, o SJPDF irá comunicar todas as empresas de comunicação, órgãos e entidades com assessorias de imprensa sobre a deliberação de adesão à greve da categoria. No documento, a entidade alerta as empresas de que a greve é legítima e, por esta razão, elas não deverão cortar o ponto dos trabalhadores.

Posicionamento do Sindicato

A diretoria do Sindicato é a favor do movimento, uma vez que considera as propostas de reformas do governo ilegítimo de Michel Temer um retrocesso. Elas retiram direitos conquistados pelos trabalhadores com muita luta e precarizam ainda mais as condições de trabalhos de vários setores, em especial dos jornalistas.

A terceirização e quarteirização viraram uma realidade nas redações e assessorias do país, no entanto, a nova Lei da Terceirização aprovada pelo governo no fim de março, e a Reforma Trabalhista, que está em tramitação no Senado Federal, são medidas que irão fragilizar ainda mais os trabalhadores e criar obstáculos para que os profissionais ingressem na Justiça do Trabalho.

O governo também investe na reforma da Previdência. Se aprovada, a proposta irá alterar para pior todos os benefícios previstos hoje. A reforma atingirá os atuais e futuros contribuintes. Ela retarda o início de período de gozo da aposentadoria, reduz substancialmente os valores dos benefícios e, em alguns casos, iguala os direitos entre os diferentes segmentos de trabalhadores.

A coordenadora-geral do Sindicato, Renata Maffezoli, ressalta a importância dos jornalistas intensificarem a mobilização contra essas medidas, em conjunto com os demais trabalhadores, pois a categoria será profundamente afetada, caso as reformas Trabalhista e da Previdência sejam aprovadas.

“É fundamental pautar esse debate junto à categoria, pois essas reformas nos afetam diretamente. Nós, jornalistas, já sofremos com a precarização das condições de trabalho e enxugamento das redações. Muitos trabalham como terceirizados, e até quarteirizados, sem vinculo empregatício, e a aprovação dessas propostas irá nos retirar ainda mais direitos, além de legalizar as formas de contratação irregulares contra as quais lutamos”, afirma.

Greve Geral

Em 28 de abril, atendendo ao chamado das centrais, mais de 40 milhões de trabalhadores aderiram à paralisação em todo o país. Em Brasília, os jornalistas também aderiram à Greve Geral e realizaram manifestação em frente ao prédio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). De lá, seguiram em marcha até a Esplanada dos Ministérios para participar de ato junto com demais categorias de trabalhadores do DF.

O agravamento da crise política do país e a insistência do governo golpista em manter as reformas como prioridade levaram os trabalhadores a convocar uma segunda edição do movimento, que ocorrerá no dia 30/6 (veja mais sobre a segunda edição da greve aqui).

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