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Entidade irá discutir um calendário para regulamentar as pendências do jornal junto aos funcionários.

O Sindicato dos Jornalistas do DF convida os jornalistas do Correio Braziliense para participarem da assembleia na próxima quarta-feira, 8/11, às 17h, em frente à sede do jornal. A assembleia irá tratar de algumas irregularidades como a falta de pagamento do tíquete alimentação do mês passado e deste mês, o atraso de salários dos freelas, que até o momento não receberam o mês de setembro, e os atrasos no recolhimento do FGTS.

As irregularidades ocorrem depois de pouco mais de um ano das paralisações dos jornalistas, que foi decretada por conta de problemas bem parecidos ao deste ano. O objetivo do SJPDF é retirar uma pauta de reivindicações dos trabalhadores, com proposta de um calendário de regulamentação das pendências do veículo.

Outra preocupação do Sindicato é em relação ao pagamento da Participação dos Lucros e Resultados, já que no ano passado a empresa atrasou com o depósito deste benefício. Segundo a Convenção Coletiva de Trabalho, as empresas que fossem parcelar a PLR  em duas vezes teriam que efetuar a primeira parcela até 31 de outubro. Como não foi depositada a primeira parcela, a opção do veículo é pagar o valor integral da PLR no dia 31/12/2017 (entenda melhor).

FGTS

A regularização do FGTS é um problema que se arrasta há mais de três anos na empresa. Há um ano, a direção da empresa condicionou a quitação da dívida do FGTS com os trabalhadores ao recebimento de empréstimo. À época, o SJPDF solicitou que o veículo apresentasse um calendário de regularização por ordem de prioridades, com indicações de quem seriam os primeiros a receber e previsão de data para os pagamentos. Na assembleia desta quarta, a entidade irá avaliar qual é a situação atual do problema.

Histórico

No ano passado, o Correio passou por dificuldades financeiras. A empresa não conseguiu pagar na data certa a diferença salarial retroativa da Convenção Coletiva de Trabalho 2015/206 e a Participação nos Lucros e Resultados. Foram realizadas várias reuniões e assembleias no primeiro semestre de 2016. Frente à proposta de parcelamento dessas duas pendências e do não pagamento dos jornalistas free lancers, os profissionais da redação realizaram duas paralisações históricas em junho do ano passado. Os movimentos serviram para pressionar o jornal para revolver as irregularidades. 

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