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Publicado em Quinta, 12 Julho 2018 14:39
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Em 1987, Thomas Knoll e seu irmão John começaram a desenvolver um código em seus computadores que exibia imagens em tons de cinza em um monitor de bitmap preto e branco. O aplicativo foi adquirido pela Adobe e lançado, em 1990, com o nome de Adobe Photoshop.

Nesta época, provavelmente nenhum de nós tinha visto um câmera digital. A primeira que eu vi foi no jornal onde trabalhava, em 1992. Foi adquirida por 35 mil dólares. O primeiro celular com câmera chegou às lojas em 2001. A partir daí, a fotografia digital começou a popularizar-se.

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Portanto, a onda digital chegou e o Photoshop já existia há uns 10 anos. Mas todo mundo usava o aplicativo, que não fora feito para fotografia digital e, originalmente, acompanhava um escâner. E criou-se o verbo: Photoshopar.

- Saiba mais sobre o curso de Lightroom com Marcos Issa

De uma hora para outra, passamos de rolos de filmes, com 12, 24 ou 36 poses para cartões com gigabites — cada vez mais — e milhares de fotos. E o laboratório, agora, é todo feito por nós, fotógrafos. Mais a organização, a edição, a entrega do material. Enfim, passamos a trabalhar muito mais.

A tecnologia digital trouxe muitas facilidades e tornou a fotografia mais acessível para o grande publico , mas criou novas demandas, exigindo mais dos profissionais. O grande volume de imagens, os prazos mais curtos e as questões tecnológicas trouxeram novos desafios.

Exigem o desenvolvimento de boas práticas e de um fluxo que permita entregar os trabalhos com velocidade, qualidade e segurança. Não é pouca coisa!
Em 2007, surgiu o Lightroom, que hoje está na sua sétima versão, batizada de Lightroom Classic CC.

Trata-se do software mais moderno em edição de imagens disponível no mercado. O Lightroom é a ferramenta adequada para fotógrafos que, na era digital, manipulam centenas de milhares de imagens e têm de fazê-lo com rapidez. É possível catalogar e manter organizada toda a produção fotográfica — mesmo com os originais, guardados em volumes, como HDs externos, que se encontrem ausentes no momento da edição.

Contudo, é preciso saber utilizar o software e aproveitar ao máximo seus recursos para, de fato, aprimorar o fluxo, a qualidade e a segurança do seu trabalho. O curso Fluxo de Trabalho com Lightroom é didático e explica como usar e explorar cada uma das ferramentas, para organizar a produção (Módulo Biblioteca) e tratar as imagens (Módulo Revelação). Os recursos são cada vez mais poderosos, especialmente se soubermos explorá-los.

O Lightroom distingue-se por aplicar o conceito moderno de tratamento “não destrutivo”, em que os ajustes são feitos no catálogo, sem alterar um único pixel da imagem original. O curso, focado nos principais módulos do LR, Biblioteca e Revelação, ainda apresentará os outros cinco módulos interligados: Mapa, Livro, Apresentação de Slides, Imprimir e Web.


Marcos Issa irá ministra o curso Fluxo de Trabalho com Lightroom em Brasília, nos dias 01 a 04 de Agosto, no Sindicato dos Jornalistas do DF.

O Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal foi ouvido durante o processo de investigação do MPT sobre o assédi… https://t.co/8JNFhwOWY8
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Participe da assembleia! Será neste sábado, às 14h, na sede do Sindicato. Momento importante para avaliar os impact… https://t.co/LF93wzXn6J
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