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Esta quinta (25), véspera das eleições, marca 43 anos do assassinato, após tortura, do jornalista Vladimir Herzog, o Vlado, pela ditadura civil-militar no Brasil.

Em homenagem a Herzog, o dia 25 de outubro foi estabelecido com Dia da Democracia no Brasil. Vlado é um dos grandes símbolos da luta pela liberdade de expressão e contra a violência e a tortura no país.

Em um período de bastante descrença, reviver a memória de Vlado é fundamental para refletirmos sobre o momento político que atravessamos. Neste segundo turno, temos um dos candidatos que, de forma autoritária, busca apresentar com seus argumentos simplistas respostas para um país em crise.

Além disso, por diversas vezes, Bolsonaro ameaçou e agrediu verbalmente colegas jornalistas, tanto enquanto candidato, como anteriormente enquanto parlamentar. Seus apoiadores são responsáveis por quase a totalidade das mais de 140 ameças e agressões a profissionais da imprensa, desde o início do período eleitoral, em maio deste ano. A própria Folha de S. Paulo pediu que a PF investigasse as ameaças aos seus jornalistas.

Em julho, em entrevista a Mariana Godoy na RedeTV, Jair Bolsonaro teve o cinismo de negar a tortura a Vlado e afirmar que “suicídio acontece”. É notório que esse candidato defende a ditadura militar, já tendo publicamente se declarado fã de um dos maiores torturadores do país, o coronel Carlos Alberto Ustra, além de fazer apologia à prática da tortura e da violência.

Em um momento crucial para o povo brasileiro, nós, jornalistas e defensores da democracia, cumprindo com o previsto no Código de Ética de nossa profissão, repudiamos todo autoritarismo que representa a candidatura de Jair Bolsonaro. O caminho da violência, da censura e da opressão não é a solução que o Brasil precisa e merece. Lutamos ontem, hoje e sempre por um país justo e solidários para todas e todos.

Se junte a essa campanha. Publique vídeos, fotos e textos em suas redes.

#HerzogVive #DitaduraNuncaMais #Elenão.

Sobre Vladimir Herzog

Vladimir Herzog foi morto aos 38 anos, deixando dois filhos e a esposa. Trabalhou no Estado de S. Paulo, BBC, revista Visão. Foi professor de jornalismo na FAAP e na USP. Em 1975, foi escolhido pelo Governo de SP para dirigir o jornalismo da TV Cultura.

herzog

Na véspera de seu assassinato, foi procurado por militares na sede da TV Cultura, alegando que queriam o levar para “prestar depoimento” sobre um suposto envolvimento com o Partido Comunista Brasileiro (PCB). Após negociação, Vlado se apresentou no dia seguinte ao DOI/CODI, onde foi espancado, sufocado e submetido a choques elétricos até a morte.

Como de prática, o governo militar produziu um laudo forjado alegando que Herzog havia suicidado, prendendo seu corpo a uma tira de pano amarrada em uma janela. A própria Sociedade Israelita verificou as marcas de tortura e não permitiu o seu enterro na ala reservada aos suicidas.

Ainda 1979, a justiça reconheceu a farsa e condenou o governo por prisão ilegal, tortura e morte do jornalista. Mas apenas em 2013, a família conseguiu registrar uma nova certidão de óbito com a real causa da morte.

Em 4 de julho de 2018, a Corte Interamericana de Direitos Humanos determinou que o Estado brasileiro apure, julgue e, se for o caso, puna os militares responsáveis pela morte de Vladimir Herzog.

Com informações do Instituto Vladimir Herzog

 

Esta quinta (25), véspera das eleições, marca 43 anos do assassinato, após tortura, do jornalista Vladimir Herzog, o Vlado, pela ditadura civil-militar no Brasil.
Em homenagem a Herzog, o dia 25 de outubro foi estabelecido com Dia da Democracia no Brasil. Vlado é um dos grandes símbolos da luta pela liberdade de expressão e contra a violência e a tortura no país.
Em um período de bastante descrença, reviver a memória de Vlado é fundamental para refletirmos sobre o momento político que atravessamos. Neste segundo turno, temos um dos candidatos que, de forma autoritária, busca apresentar com seus argumentos simplistas respostas para um país em crise.
Além disso, por diversas vezes, Bolsonaro ameaçou e agrediu verbalmente colegas jornalistas, tanto enquanto candidato, como anteriormente enquanto parlamentar. Seus apoiadores são responsáveis por quase a totalidade das mais de 140 ameças e agressões a profissionais da imprensa, desde o início do período eleitoral, em maio deste ano. A própria Folha de S. Paulo pediu que a PF investigasse as ameaças aos seus jornalistas.
Em julho, em entrevista a Mariana Godoy na RedeTV, Jair Bolsonaro teve o cinismo de negar a tortura a Vlado e afirmar que “suicídio acontece”. É notório que esse candidato defende a ditadura militar, já tendo publicamente se declarado fã de um dos maiores torturadores do país, o coronel Carlos Alberto Ustra, além de fazer apologia à prática da tortura e da violência.
Em um momento crucial para o povo brasileiro, nós, jornalistas e defensores da democracia, cumprindo com o previsto no Código de Ética de nossa profissão, repudiamos todo autoritarismo que representa a candidatura de Jair Bolsonaro. O caminho da violência, da censura e da opressão não é a solução que o Brasil precisa e merece. Lutamos ontem, hoje e sempre por um país justo e solidários para todas e todos.
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#HerzogVive #DitaduraNuncaMais #Elenão.

Sobre Vladimir Herzog
Vladimir Herzog foi morto aos 38 anos, deixando dois filhos e a esposa. Trabalhou no Estado de S. Paulo, BBC, revista Visão. Foi professor de jornalismo na FAAP e na USP. Em 1975, foi escolhido pelo Governo de SP para dirigir o jornalismo da TV Cultura.
Na véspera de seu assassinato, foi procurado por militares na sede da TV Cultura, alegando que queriam o levar para “prestar depoimento” sobre um suposto envolvimento com o Partido Comunista Brasileiro (PCB). Após negociação, Vlado se apresentou no dia seguinte ao DOI/CODI, onde foi espancado, sufocado e submetido a choques elétricos até a morte.
Como de prática, o governo militar produziu um laudo forjado alegando que Herzog havia suicidado, prendendo seu corpo a uma tira de pano amarrada em uma janela. A própria Sociedade Israelita verificou as marcas de tortura e não permitiu o seu enterro na ala reservada aos suicidas.
Ainda 1979, a justiça reconheceu a farsa e condenou o governo por prisão ilegal, tortura e morte do jornalista. Mas apenas em 2013, a família conseguiu registrar uma nova certidão de óbito com a real causa da morte.
Em 4 de julho de 2018, a Corte Interamericana de Direitos Humanos determinou que o Estado brasileiro apure, julgue e, se for o caso, puna os militares responsáveis pela morte de Vladimir Herzog.
Com informações do Instituto Vladimir Herzog
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Confira o vídeo “#EleNao — Em defesa da liberdade de expressão e de imprensa”

Confira o Documentário “Vlado 30 anos depois”

Confira o especial sobre a vida de Vladimir Herzog:

Realizado em parceria com a jornalista Polianna Franco, editora do jornal Ceilândia em Foco, evento é destinado a j… https://t.co/vbrLDDSBdR
Marielle Franco, assassinada há exatos 8 meses, sabia exatamente da importância da comunicação pública para o país.… https://t.co/tubeQQZgaG

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