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Nesta quinta-feira (29), o Coletivo de Mulheres Jornalista do Distrito Federal promoverá o debate “Assédio Sexual não faz parte do trabalho!” A atividade marcará o lançamento da campanha, de mesmo nome, que visa conscientizar sobre as diferentes situações de assédio sexual vivenciadas pelas jornalistas no exercício de sua profissão e orientar as profissionais sobre como se defender e denunciar os casos. O evento acontecerá no Auditório do Sindicato dos Jornalistas do DF, na quinta (29), a partir das 19h30.

Participarão do debate a docente Tania Montoro, pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Violência da Universidade de Brasília, Ana Caroline Lima, advogada do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, Ilka Teodoro, advogada e mestranda em Direitos Humanos pela UnB, além de uma representante do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea). A participação no evento é aberta e gratuita.

“Faremos o lançamento da nossa campanha nessa semana para marcar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, em 25 de novembro. Além disso, também integrar os 16 dias ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, explica Raisa Pina, jornalista integrante do Coletivo.  

A Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres é uma mobilização anual, praticada simultaneamente por diversos atores da sociedade civil e poder público engajados nesse enfrentamento. Desde sua primeira edição, em 1991, já conquistou a adesão de cerca de 160 países. Mundialmente, a Campanha se inicia em 25 de novembro, Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro, o Dia Internacional dos Direitos Humanos, passando pelo 6 de dezembro, que é o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres.  

Assédio sexual não faz parte do trabalho. Denuncie!
Além de dialogar com as mulheres jornalistas, a campanha visará também conscientizar os jornalistas nos espaços de trabalho, que muitas vezes naturalizam o assédio, fruto do machismo histórico da sociedade.  A ação se desenvolverá ao longo de 2019 e será composta por peças divulgadas nas redes sociais, uma cartilha digital com orientações às jornalistas e também materiais que serão distribuídos nos espaços de trabalho.

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