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O Sindicato considera as mudanças apresentadas pelo governo insuficientes e convoca a categoria para intensificar a luta contra a Reforma.

A pressão das entidades sindicais e da classe trabalhadora contra a Reforma da Previdência mais uma vez teve desfecho positivo. Sem votos suficientes para aprovar a matéria, o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), líder do governo na Câmara, anunciou hoje, 7/2, em entrevista coletiva que o governo irá adiar a votação da PEC 281/2016, prevista desde o ano passado para o dia 19 de fevereiro, para o dia 28/2.

No fim de 2017, as tentativas do governo ilegítimo de Michel Temer de colocar a proposta em votação também fracassaram. Com dificuldades de conquistar os 308 votos necessários dos deputados,  inclusive da sua base aliada, o governo estendeu a previsão para a votação da proposição legislativa. A discussão da reforma no plenário da Câmara está marcada para começar no dia 19.

Estratégias para conquista de votos

Como estratégia para angariar mais votos, nesta quarta (7), O relator da PEC 287/16, deputado Arthur Maia (PPS-BA), também apresentou um novo texto da proposta que basicamente formaliza as alterações já anunciadas pelo governo em novembro. Ele também afirmou que novas mudanças podem ser feitas na discussão em plenário, desde que tragam votos pela aprovação.

Com relação ao texto apresentado em novembro, a mudança mais recente foi a previsão de pensão integral para cônjuges de policiais mortos em ação. Anteriormente, o Executivo manteve o regime de aposentadoria do trabalhador rural; não mexeu no Benefício de Prestação Continuada (BPC); diminuiu o tempo de contribuição de 25 para 15 anos para trabalhadores da iniciativa privada terem aposentadoria parcial (veja mais sobre as alterações aqui).

Além dessas mudanças, o governo tem utilizado várias estratégias para conseguir adeptos à PEC 287/16. A compra de votos com a distribuição de emendas parlamentares e cargos na Administração Federal, a concessão de benefícios a sonegadores e donos de grandes fortunas, a negociação de algumas alterações na proposta com grupos específicos e, recentemente, o repasse de uma lista de nomes de deputados indecisos para que agentes do mercado e empresários auxiliem no convencimento a favor da reforma da Previdência foram algumas desenvolvidas pelo Executivo.

Posicionamento do Sindicato

O Sindicato dos Jornalistas do DF entende que as alterações apresentadas pelo relator desde novembro não são suficientes. O governo não admite, por exemplo, falar em mudanças quando o assunto é tempo de serviço para aposentadoria de 100% e mantém a idade mínima da aposentadoria de 65 anos, para homens, e de 62, para mulheres. A entidade irá continuar atuando contra a Reforma da Previdência, que piora todos os benefícios atuais. O Sindicato também seguirá proativo no acompanhamento da tramitação da matéria e convoca a categoria para intensificar a luta contra a Reforma.

A entidade chama atenção ainda para a mobilização nacional convocada desde o dia 31 de janeiro pelas centrais sindicais. Com o mote “Se botar pra votar, o Brasil vai parar”, as  centrais convocaram suas bases, em nota, a realizarem assembleias e plenárias regionais, ações de conscientização, pressão nos parlamentares dos estados e atos no Congresso Nacional. A jornada culmina em um Dia Nacional de Lutas (19/2). 

Entidades da sociedade civil recorrem ao TSE para tratamento justo para todos os candidatos na disputa presidencial. https://t.co/RpEwyDw9UD
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