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O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) e o Coletivo de Mulheres Jornalistas vêm, a público, repudiar e cobrar explicações da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) ao tratamento, compreendido por nós como assedioso, à jornalista Luciana Castro, diretora desta entidade sindical.

A informação de que Luciana Castro foi “desconvidada” para a cobertura in loco do 23° Congresso da Fasubra, a ser realizado entre os dias 6 e 11 de maio, em Poços de Caldas (MG), nos causou surpresa e estranhamento. Em especial, por se dar logo após o SJPDF ter reivindicado o ajuste de sua jornada de trabalho ao previsto na Consolidação das Leis Trabalhistas e a trabalhadora ter se recusado a assinar, de imediato e sem consulta à um jurídico de sua confiança, um Termo Aditivo ao contrato de trabalho, para readequação de jornada diária e semanal de trabalho, e termo de quitação de passivo trabalhista, que, na sua compreensão, lhe poderia ser lesivo. Após consulta jurídica foram comprovadas as incorreções nas cláusulas, sendo comunicado à Fasubra o envio de um parecer jurídico pela assessoria jurídica do SJPDF para adequar as cláusulas do contrato.

Infelizmente, nós, jornalistas, não estamos a salvo de ter nossos direitos atacados nem quando trabalhamos em entidades que lutam em defesa dos direitos dos trabalhadores. Ao contrário, temos verificado que a exploração e o desrespeito aos direitos dos jornalistas, em especial à jornada diferenciada prevista na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e ao piso salarial, são assustadoras e contraditoriamente frequentes no ambiente sindical.

Em tempos de golpes aos nossos direitos democráticos e da necessidade urgente de fortalecimento da luta dos trabalhadores, o que se dá, imprescindivelmente, através de uma boa comunicação Sindical com a categoria e com a sociedade, esse tratamento à uma jornalista que sempre esteve empenhada em executar, da melhor forma, sua função é, no mínimo, contraditório, em especial vindo de uma entidade que sempre esteve à frente dos embates nas defesa da classe trabalhadora.

As contradições são inerentes às relações, mas nos depararmos com o tamanho desrespeito num espaço que se pauta pela defesa intransigente dos direitos dos trabalhadores é inadmissível. Nos fica o questionamento apontado por Bertold Bretch: “que tempos são estes que temos que defender o óbvio?”.

Solicitamos explicações da diretoria colegiada da Fasubra sobre tal decisão, bem como pedimos à Central Única dos Trabalhadores, à qual do SJPDF é filiado, explicações ao tratamento assedioso dispensado à diretora do Sindicato, uma vez que a Central possui dirigentes de suas forças políticas na Direção Nacional da Fasubra.

Direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal
Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF

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