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Diversos candidatos ao governo do Distrito Federal, Câmara Legislativa do DF, Câmara dos Deputados e Senado Federal participaram no último dia 27 do lançamento dos “Termos de Compromisso com os jornalistas do DF”, organizado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal, e da “Carta-compromisso por Políticas Democráticas de Comunicação no DF”, organizada pelo Comitê do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).

Em defesa dos jornalistas, o SJPDF organizou as propostas da categoria que envolvem os poderes públicos federais e distritais para que os candidatos firmassem o compromisso de atuar por essas pautas. Entre as questões nacionais, se destaca a revogação da Emenda Constitucional 95, da Reforma Trabalhista e da Lei das Terceirizações, o compromisso contra a reforma da Previdência, a defesa dos serviços públicos, da comunicação pública e da Empresa Brasil de Comunicação, a realização de concursos públicos para jornalistas com as garantias dos direitos previstos em lei, como a jornada de 5 horas diárias, e a aprovação da PEC do Diploma (PEC 206//2012) e do piso nacional dos jornalistas (PL 2960/2011).

>>Confira aqui os termos para o Congresso Nacional e para os candidatos ao GDF/CLDF.

Na pauta distrital, o termo reforça a necessidade de apoio para reversão da EC 95, contra a terceirização nos órgãos públicos do DF, contra uma reforma da Previdência Distrital, em defesa dos serviços públicos e pela criação de um órgão responsável pela comunicação pública no DF e pela realização de concursos no GDF e na CLDF para jornalistas respeitando, também, a jornada legal de 5 horas da categoria.

Assinaram as cartas compromisso os candidatos ao GDF Júlio Miiragaya (PT), Fátima Souza (PSOL) e Antonio Guillen E Eduardo Zanata (PSTU); os candidatos ao Senado Marcelo Neves (PT), Marivaldo (PSOL) e Chico Sant`Ana (PSOL); as candidaturas para a Câmara dos Deputados de Erika Kokay (PT), Maninha (PSOL), Evelin Maciel (PSOL) e Elcimara Souza (PSTU); e as candidaturas para a CLDF Rodrigo Britto (PT), Mandato Coletivo (PSOL), Toninho do PSOL, Rita Andrade (PSOL), Ludmila Suaid (PSOL), Valério Maranatha (PSC) e Edson da Silva (PSTU).

Outros candidatos levaram os termos para analisar e entregar para a direção do Sindicato. As propostas de cartas estão abertas para qualquer candidato, de qualquer partido, apoiar as propostas apresentadas pelos jornalistas. Só encaminhar o pedido para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Políticas de Comunicação para o DF

Dos 11 candidatos/as ao governo do DF, quatro participaram da entrega da carta. São eles: Julio Miagaya (PT); Fátima Sousa (Psol) e a co-governadora Keka Bagno; Renan Rosa (PCO); e o candidato a vice-governador pelo PSTU, Eduardo Zanata. Ainda estiveram presentes os candidatos ao Senado Marcelo Neves (PT), Chico Santana (PSOL) e Marivaldo Pereira (PSOL). Candidatos/as do PT e do PSOL à Câmara dos Deputados e à Câmara Legislativa também participaram.

Oito pontos norteiam a carta-compromisso do FNDC: 1- o fortalecimento da Secretaria de Estado de Comunicação do DF; 2- a criação do Conselho de Comunicação do DF; 3- o fortalecimento do Sistema Público de Comunicação do DF; 4- a criação do Fundo da Comunicação do DF e publicidade oficial; 5 – a articulação da Educação para a mídia e para tecnologias digitais; 6 – a promoção da comunicação para população negra e combate ao racismo; 7 – a universalização do acesso à Internet e programas de governo eletrônico; 8 –condições de trabalho de comunicadores(as) . Todos os pontos são pauta histórica das organizações e militantes que defendem a democratização da comunicação.

>> Conheça a Carta-compromisso por Políticas Democráticas de Comunicação no DF

De acordo com o dirigente do Sindicato dos Jornalistas do DF, Jonas Valente, embora a democratização da comunicação seja um dos pilares da democracia, ainda há dificuldades de incorporar o tema na pauta das próprias organizações de esquerda. “Um dos grandes desafios dos movimentos que estão no FNDC é que, pelo menos, a esquerda entenda a importância da luta pela democratização da comunicação, pois muitas vezes isso não acontece. E no momento que vem um golpe, no momento em que nossa democracia é ameaçada, no momento em que sofremos as consequências desse golpe, a gente lembra que existe concentração de propriedade dos meios de comunicação no Brasil.”

 

*Com informações da CUT Brasília 

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