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Publicado em Quarta, 06 Maio 2020 17:25
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No dia 1º de maio, Dia de Luta dos Trabalhadores e Trabalhadoras, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPF) realizou uma plenária virtual sobre as condições de teletrabalho e segurança, redução de salário e as suspensões de contratos durante a Covid-19.

Cerca de 40 jornalistas participaram da reunião e debateram o cenário vivido pelos trabalhadores durante a pandemia. Um deles, é a pressão que as empresas patronais têm feito sobre os seus empregados para assinarem acordos individuais de redução de jornada e salarial e, ainda, de parcelamento de férias, descumprindo com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), como é o caso do Correio Braziliense.

Na reunião, ficou acordado que seria enviado à empresa uma notificação com questionamentos sobre os acordos individuais, atrasos e parcelamentos das férias. Foi definida a realização de uma plenária com os jornalistas da empresa na terça-feira (5).

No que diz respeito à CCT, durante a plenária, a diretoria informou aos participantes a dificuldade de um retorno oficial do Sinterj (Sindicato das empresas de televisões, rádios, revistas e jornas do DF) às solicitações de abertura de negociações e, posteriormente, de prorrogação da validade da CCT. A entidade patronal se recusou a prorrogar a convenção, criando um cenário de insegurança jurídica para todos os jornalistas do DF.

Ao ouvirem o relato, os jornalistas repudiaram a falta de retorno das empresas e aprovaram o início da mobilizações em defesa da CCT. A diretoria do sindicato irá buscar uma mediação no MPT e TRT para uma retomada das negociações e preservação dos direitos da categoria e publicar uma moção pela prorrogação da CCT.

Segurança

Outro tema debatido na plenária virtual no dia 1º de maio foi a segurança e saúde dos jornalistas que fazem a cobertura da Presidência da República. O sindicato tem recebido diariamente denúncias de que apoiadores do presidente Jair Bolsonaro cometem de forma sistemática atos de hostilidade e agressão verbal contra os profissionais da imprensa.

As agressões costumam ocorrer na portaria do Palácio da Alvorada, onde os jornalistas também estão vulneráveis à contaminação pelo novo coronavírus, tendo em vista a aglomeração de pessoas que não exercem atividade essencial e sequer cumprem as recomendações das autoridades sanitárias.

Um ofício foi enviado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República cobrando esclarecimentos e providências sobre a situação.

Enviamos ofício reiterando apelo para que os veículos que ainda mantêm seus setoristas no Alvorada suspendam, de im… https://t.co/rJsamqyRgB
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LUTO: O jornalismo perdeu Gilberto Dimenstein. Incansável na luta por um mundo menos desigual, ele combatia um cânc… https://t.co/cp6OcJhz1z
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