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EBC: Novo PCR só com negociação e valorização dos trabalhadores

O Conselho de Administração da EBC (Consad) tem na sua pauta na próxima segunda-feira uma proposta de novo Plano de Carreiras e Remunerações (PCR), divulgada há poucas semanas. Além dos problemas sérios nos instrumentos previstos no documento, o novo plano não foi discutido com os trabalhadores. Por isso, as entidades representativas reivindicam a não votação da proposta e a abertura de um processo de diálogo efetivo com os empregados para que o PCR possa cumprir sua função de atrair, reter, reconhecer e valorizar os trabalhadores da empresa.  

Confira a avaliação dos sindicatos: Imoralidades e Ilegalidades na proposta de PCR da direção da EBC

Confira a tabela feita pelo SJPDF comparando os descritivos dos cargos dos jornalistas.

A mudança do PCR é um desejo antigo dos trabalhadores e vem sendo cobrada de distintas gestões a frente da EBC, desde 2012. Contudo, à medida que as gestões foram se sucedendo nesta década, permaneceu a falta de disposição para incorporar as sugestões dos trabalhadores, construídas com inúmeros encontros, assembleias e formulações formalizadas por meio de documentos, como o apresentado à Direx em janeiro de 2015.

Embora a empresa agora utilize este histórico para tentar justificar a pressa alegando um suposto diálogo, os momentos de debate entre representação dos trabalhadores e direção, obtidos mediante muita pressão, não se referem à proposta atual nem contemplaram as demandas dos trabalhadores.

Como resultado deste processo nada participativo, temos agora um novo movimento atropelado da atual direção que, ao desprezar as opiniões dos trabalhadores, resulta em uma proposta de novo plano que não resolve os defeitos do atual PCCS e só serve para promover acúmulo de funções, preparar o desmonte da empresa e valorizar cargos em comissão. Não por acaso em plenárias de jornalistas e radialistas a totalidade dos participantes se manifestou contrária à adesão ao plano.

A empresa apresenta como suposta “vantagem” apenas a promessa de funções técnicas sem explicitá-las ou discuti-las com os trabalhadores. Além disso, ignora a necessidade melhoria da tabela salarial, mesmo que para o futuro próximo. No tocante à avaliação, condição para a ascensão, cria requisitos equivocados e não aponta para procedimentos justos, abrindo espaço para o apadrinhamento. Por fim, traz uma arquitetura e descrição de cargos que não resolve os problemas atuais, gerando acúmulo de funções em determinadas atividades.

Esta proposta não apresenta nada perto de soluções para as insuficiências do atual PCCS. O plano vigente não possui qualquer perspectiva de carreira (com a menor tabela salarial do Executivo), tem remunerações de entrada baixas, não possui critérios claros e justos de ascensão, têm problemas na arquitetura dos cargos e peca pela falta de instrumentos de valorização do conhecimento especializado.

O encaminhamento da votação poderá resultar uma reforma pífia do PCR, sem adesão. Com isso, a empresa perderá a oportunidade de qualificar sua estrutura de remuneração e carreiras e criará um caos de gestão de pessoas que não beneficiará os trabalhadores nem a própria condução das atividades fundamentais de comunicação pública conforme sua missão. Por isso, as entidades defendem a reabertura do debate como forma de construir um novo PCR adequado e que contribua para valorizar os trabalhadores e qualificar a comunicação produzida pela empresa, aumentando sua relevância para a sociedade.

Sindicatos dos Jornalistas do DF, SP e RJ
Sindicatos dos Radialistas do DF, SP e RJ
Comissão de Empregados da EBC

 

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