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Publicado em Terça, 20 Dezembro 2022 15:06
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Os jornalistas do Correio Braziliense decidiram em assembleia, na segunda (19), manter o estado de mobilização para garantir a quitação integral do 13º salário. A primeira metade do benefício foi paga pouco antes da assembleia começar, mediante o compromisso da direção da empresa de completar o pagamento até o dia 29, como ficou firmado em reuniões com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF e com a Comissão de Redação.

As trabalhadoras e os trabalhadores deliberaram ainda por manter a assembleia em convocação e reafirmar a determinação de paralisar o trabalho caso o acordado não seja cumprida. O lema continua: sem 13º, não tem cobertura da Posse.

A decisão de paralisação das atividades também já vale em caso de atraso no pagamento abono especial previsto pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Metade valor deveria ser pago até dia 31 de dezembro, conforme previsto na CCT. No entanto, a assembleia aprovou a proposta da empresa de programação da empresa para quitar o benefício em três parcelas, em 25/1, 25/2 e 25/3.

A mobilização dos jornalistas do Correio Braziliense também tem na pauta a cobrança de valores referentes ao adicional de férias (1/3) e ao auxílio-alimentação, devidos, em alguns casos, há até quatro anos. Esses pagamentos atrasados são objeto de ação coletiva movida pelo Sindicato, que se encontra em fase de execução. Segundo acordo homologado pela Justiça, os valores deverão ser depositados, em parcelas mensais, a partir de janeiro de 2023.

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