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Publicado em Quarta, 23 Janeiro 2013 13:27
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Porto Alegre, RS, sediou, no último final de semana, o Seminário Internacional de Direitos Humanos e Jornalismo. O evento teve o objetivo de discutir a violência contra a categoria, bem como apresentar sugestões para enfrentar o problema. Dados confirmam que 11 jornalistas brasileiros foram assassinados em 2012 e, neste ano, no início de janeiro, mais um profissional da área foi baleado.

A abertura do Seminário foi realizada pelo presidente da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas) e da FEPALC (Federação dos Jornalistas da América Latina e Caribe), Celso Schröder. Em seguida, foram iniciados os painéis de discussão do evento. O primeiro teve como tema “'A violência contra jornalista na perspectiva dos direitos humanos”.

Durante o Seminário, a jornalista Beth Costa, secretária-executiva da FIJ (Federação Internacional dos Jornalistas), ressaltou a importância da proteção aos jornalistas. Ela pontou que essa proteção deve abarcar “desde  a luta enfrentada pelos profissionais que são processados na divulgação de uma matéria às mulheres que sofrem assédio sexual, além dos profissionais que são perseguidos e os que vão para os locais de confronto e guerra”.

Liliam Chagas, subchefe da Assessoria de Imprensa do Ministério das Relações Exteriores do Brasil-Itamaraty, disse que “a discussão na UNESCO sobre o plano de Trabalho para os Jornalistas deve ser aprovada ainda neste ano”. E acrescentou que “como o assunto esta em discussão, agora é a hora para fazer avançar o sistema internacional de proteção ao jornalista”.

O vice-presidente do SJPDF, Wanderlei Pozzebom, esteve presente no Seminário e acredita que o fato do evento reunir participantes da América Latina e Caribe foi de extrema relevância. "Percebemos que o cenário da violência é crescente em toda a América Latina e no Caribe. É muito preocupante, porque não vivemos em guerra, mas os jornalistas têm sido alvos constantes de assassinatos", destacou.

Além do primeiro painel, os participantes do evento discutiram as seguintes temáticas: Quando o Estado é o agente violador: as ditaduras e a atuação dos agentes de segurança pública nas democracias; A ausência do Estado e a violência social contra jornalistas: do crime organizado aos detentores de poder localizado; e A violência cotidiana das redações: censura interna, autocensura, pressões políticas e econômicas que afetam a produção jornalística e a saúde dos jornalistas.

Durante o evento também foi lançada a Comissão da Verdade dos Jornalistas Brasileiros. A ministra Maria do Rosário esteve presente na cerimônia de lançamento da Comissão. Veja mais sobre o assunto.

Com informações do Sindicato dos Jornalistas do RS

Foto: Marcio de Almeida Bueno

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