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As centrais  sindicais do país decidiram convocar uma greve geral para o dia 28 de abril. O movimento é contra a reforma da previdência, a reforma trabalhista e a terceirização propostas pelo governo ilegítimo de Michel Temer. Dada a importância do cenário político do país e a grande ameaça de retirada de direitos dos trabalhadores em geral, incluindo os jornalistas, a diretoria do SJPDF irá convocar uma assembleia para o dia 17/4, com o objetivo de indicar a participação da categoria na mobilização.  

O movimento encabeçado pelas centrais tem o objetivo de parar o Brasil. Em nota conjunta, as entidades convocam todos os trabalhadores. “Em nossa opinião, trata-se do desmonte da Previdência Pública e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT. Por isso, conclamamos todos, neste dia, a demonstrarem o seu descontentamento, ajudando a paralisar o Brasil”, afirma o chamado.

Cenários político, econômico e social

As principais vítimas da crise econômica no país são os/as trabalhadoras que estão sendo penalizados com o alto índice de desemprego. Cerca de 13 milhões de pessoas estão sem trabalho. Outro agravante é a incerteza gerada pela nova nova lei da terceirização, sancionada por Temer no último dia 31 de março, e pela proposta de reforma trabalhista. Essas matérias enfraquecem as relações dos trabalhadores com os empregadores e facilitam ainda mais a precarização de todos os setores.

A reforma da Previdência, criticada por vários segmentos da sociedade, também irá afetar de forma muito negativa a vida da classe trabalhadora, colocando em risco o direitoà aposentadoria e aprofundando ainda mais nas desigualdades entre homens e mulheres (confira os motivos para dizer não a reforma da Previdência).

Realidade dos Jornalistas

As condições de trabalho dos jornalistas há muito vêm se tornando precárias. Formas de contratações irregulares, jornada de trabalho excessiva, alto índice de assédio moral e sexual, acúmulo de funções são alguns dos problemas enfrentados pela categoria.

Esse cenário poderá se agravar ainda mais com a lei sancionada por Michel Temer na última sexta-feira (31), oriunda do PL 4302/1998, que amplia a terceirização para as áreas fins, inclusive no serviço público. A matéria irá trazer efeitos trágicos para a área de jornalismo (confira mais informações aqui).

"Não podemos assistir esse governo ilegítimo acabando com os direitos da classe trabalhadora, em favor das empresas. O objetivo de Temer é implementar seu ajuste fiscal, nem que para isso acabe, a cada dia, com nossos direitos conquistados a partir de muita luta. Nesse cenário, os jornalistas precisam se juntar aos demais setores para barrar essas propostas regressivas, pois os principais prejudicados seremos nós", afirma Leonor Costa, diretora do SJPDF.

 

Encontro nacional discutirá liberdade de expressão e direito à comunicação. https://t.co/StedCaFbTA https://t.co/hm00K0N8QS
Mídia vandaliza cobertura de ato e legitima uso de Exército por Temer.(Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília)… https://t.co/eyMEAWCUmc

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