assembleia unificiada

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Publicado em Quinta, 31 Outubro 2019 12:43
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Nesta quinta e sexta-feira (31/10 e 1/11) serão realizados atos em todo Brasil para exigir resposta à pergunta: quem estava na CASA 58 e teria autorizado a entrada de um dos suspeitos de envolvimento no assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes? No DF, a manifestação está marcada para 16h58, na Rodoviária do Plano Piloto. A concentração será em frente à entrada do metrô. (Acesse evento em http://bit.ly/34cFGAW)

A organização dos atos veio após o nome do presidente Jair Bolsonaro (PSL) ter sido citado na investigação do assassinato da vereadora e do motorista. Informação exclusiva do Jornal Nacional dá conta de que um dos envolvidos no assassinato da vereadora Marielle Franco, morta em 14 de março de 2018, esteve no condomínio do presidente Jair Bolsonaro no dia do homicídio e se registrou como visitante de Bolsonaro, que mora na casa 58 do condomínio Vivendas Barra, no Rio de Janeiro. No entanto, o acusado teria visitado o policial militar Ronnie Lessa, apontado como o autor dos disparos que mataram Marielle e Anderson.

Segundo a reportagem, Élcio Queiroz, ex-policial militar, teria afirmado à portaria do condomínio que iria para a casa de Jair Bolsonaro, mas se dirigiu a casa de Ronnie Lessa, que fica no mesmo condomínio. Segundo depoimento do porteiro que estava na guarita, uma pessoa identificada como “Seu Jair” autorizou a entrada de Élcio.

O funcionário ainda informa que percebeu que Élcio não foi para a casa na qual ele informou que iria e voltou a ligar para a residência de Bolsonaro. Mais uma vez, “Seu Jair” confirmou que sabia para onde iria Élcio.

As investigações da Polícia Civil ainda dão conta de que seria improvável que Bolsonaro estaria na residência no momento da chegada de Élcio, porque marcou presença em duas sessões da Câmara dos Deputados que aconteceram no mesmo dia, mas as autoridades estão indo atrás das gravações do sistema de segurança do condomínio para confirmar com quem o porteiro realmente falou.

Queiroz, no entanto, teria ido à casa de Ronnie Lessa, outro acusado do assassinato da vereadora e que mora no mesmo condomínio de Bolsonaro. Sua entrada no condomínio teria sido autorizada por uma pessoa que o porteiro identificou como “seu Jair”, de acordo com o depoimento.

 

Fonte: Organização do ato, com informações da Revista Fórum

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