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Publicado em Quarta, 30 Janeiro 2013 20:01
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O Sindicato dos Jornalistas do DF recebeu denúncias de que o Jornal de Brasília ainda não estaria realizando o controle de frequência e pagando as horas-extras trabalhadas pelos jornalistas. 

A última informação que a direção do SJPDF teve sobre o controle de frequência dos funcionários foi dada em reunião entre a empresa e a entidade no mês de novembro. Na ocasião, os representantes do jornal garantiram que o controle de ponto entrara em vigor em agosto do ano passado e que o sistema de pagamento e compensação estava sendo concluído.

Mas, passados mais de cinco meses, o retorno recebido pelo Sindicato de empregados do JBr foi que o controle apresenta problemas, que o pagamento das horas-extras não estaria sendo proporcional ao que foi efetivamente trabalhado. As denúncias afirmam que a empresa alega a compensação na forma de folgas não está sendo feita porque não há funcionários suficientes no setor de recursos humanos para fazer os cálculos. As informações repassadas também indicam que os contracheques estão sendo entregues com muito atraso, prejudicando o controle do que foi executado além da jornada normal.

A assessoria de comunicação do Sindicato entrou em contato várias vezes com o setor de recursos humanos da empresa, mas obteve poucos dados sobre a real situação do pagamento e compensação de horas-extras. Segundo a funcionária Andrea Silva, essas horas estão sendo devidamente computadas. No entanto, ela não soube responder se a escala de compensação foi implantada.

Desde quando recebeu a reclamação, a diretoria do SJPDF solicitou, por meio de ofício, uma reunião para esclarecer a pendência com a diretoria da empresa. “O Controle de frequência é muito importante, visto que é por meio dele que poderemos saber a real situação dos funcionários e cobrar da empresa o cumprimento do pagamento adequado”, afirma Jonas Valente, secretário-geral do SJPDF. "Esse foi um compromisso do jornal, agora ele tem que ser cumprido", completa.

Saiba mais

A implantação do controle de frequência na redação só foi realizada pelo Jornal devido uma exigência que o SJPDF fez ao negociar a extensão do prazo para o cumprimento do acordo anterior firmado entre o Sindicato e o Jornal, que previa a regularização da situação trabalhista dos jornalistas.

Depois da extensão do prazo do acordo que passou de 15 meses para 18 meses, além de mudar a forma de contratação dos jornalistas, a empresa se comprometeu a implantar o controle de ponto. A intenção do SJPDF foi corrigir outro problema na gestão do jornal: o não pagamento das horas-extras.

Em novembro do ano passado, representantes do Jornal de Brasília apresentaram documentos que constataram que o veículo regularizou a situação dos profissionais que trabalham na redação. Na ocasião, eles também informaram que o controle de ponto estava sendo feito e que em breve iriam computar as horas-extras dos funcionários e implantar um plano de compensação.

Estagiários

Outra reclamação que chegou ao Sindicato é que os estagiários, em especial, os que trabalham no setor de fotografia, fazem expediente nos sábados, domingos e feriados e trabalham mais de seis horas. A assessoria do SJPDF também tentou checar essa informação, mas o setor não soube informar se a denuncia era falsa ou não. Entre as denúncias feitas ao sindicato está a de um caso de ameaça de demissão pelo fato de uma estagiária ter cobrado, conforme a lei, as suas férias. 

         

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