Notícias
  • Imprimir
Publicado em Terça, 14 Fevereiro 2017 17:18
PLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMITPLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMITPLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMITPLG_ITPSOCIALBUTTONS_SUBMIT

Retomando as atividades em 2017, o Coletivo de Mulheres do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal se reuniu no último dia 11 para discutir as ações para marcar o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, e pensar atividades para o mês, o qual também marca um ano do Coletivo.

As participantes da reunião discutiram alguns dos problemas que afetam a mulher jornalista no seu espaço de trabalho, que deverão estar presentes nas campanhas e matérias elaboradas pelo sindicato, em especial durante o mês de março.

Foi sugerido que, no dia 8 de março, como forma de integrar a paralisação internacional convocada por diversas entidades, as jornalistas parem por pelo menos meia hora durante o expediente para conversar sobre as questões que enfrentam em seu local de trabalho. O assedio moral e sexual nos locais de trabalho, pautas machistas, diferenças salariais, dificuldade de ascensão a cargos de direção, as duplas, às vezes triplas, jornadas estão entre os temas debatidos pelo coletivo e indicados como sugestão para as rodas de conversa.

A reunião do Coletivo encaminhou ainda acompanhar o calendário de atividades proposto pela Frente de Mulheres de Esquerda do DF – a qual o coletivo integra -, e participar do ato unificado no dia 8 de março, na Praça dos Três Poderes. Como atividade específica, e para marcar o primeiro do Coletivo, será realizada uma atividade de formação, no dia 18 de março, sábado, das 10 às 13h, sobre feminismo e as condições de trabalho das mulheres jornalistas no DF.

“O coletivo de mulheres do sindicato dá um passo importante ao se unir à mobilização mundial do dia 8 de março. É importante que categorias profissionais cada vez mais feminizadas criem consciência dos aspectos da opressão de gênero no mundo do trabalho. Nesse dia, chamaremos as jornalistas à reflexão sobre o assédio sexual e moral, sobre a proposta de reforma da previdência, os critérios para ocupação dos cargos de liderança”, contou Ismália Afonso, uma das integrantes do Coletivo de Mulheres Jornalistas, ressaltando que estes são temas caros às jornalistas do DF, conforme apontou a pesquisa realizada pelo Coletivo em 2016.

A orientação é que no dia 8 de março, as jornalistas vistam lilás ou roxo, como as demais trabalhadoras em diversas partes do mundo, para simbolizar a unidade na luta em defesa dos direitos das mulheres. Compartilhem fotos e vídeos nas redes sociais das atividades e conversas, sempre usando as hashtags #8M #PelaVidaDasMulheres e #MulheresJornalistasDF.

O Coletivo de Mulheres Jornalistas do SJPDF se reúne periodicamente na sede do Sindicato para debater temas relacionados à realidade da mulher jornalista e propor ações, debates e formulações. As reuniões são divulgadas nos canais do Sindicato e abertas à participação de todas as interessadas.