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Publicado em Quinta, 10 Junho 2021 18:02
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Resultou em nada, na quinta-feira (10), a terceira reunião com o sindicato patronal para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos jornalistas. Como ficou claro desde a primeira rodada, ainda em abril, não existe disposição das empresas para sequer discutir as reivindicações econômicas da pauta.

O Sindicato dos Jornalistas colocou inicialmente sobre a mesa a reividicação de reajuste salarial pela inflação de 12 meses fechada em 31 de março mais 2,9%, correspondentes a metade das perdas salariais acumuladas pela categoria. O mesmo índice foi proposto para o piso salarial, hoje de R$ 2.805, para o auxílio alimentação e demais benefícios.

Já na reunião inicial, o sindicato patronal alegou ser impossível discutir as cláusulas econômicas, e propôs adiar as negociações por 60 ou 90 dias. Nem ao menos foi aceito o pedido do SJPDF por garantia de emprego, como contrapartida à suspensão temporária do processo. Da mesma maneira, foram recusadas uma vez mais as propostas para cláusulas sociais, como a destinada a regular o teletrabalho ou a definição de medidas de proteção sanitária.

O discurso dos patrões classifica como "irreais" as reivindicações dos trabalhadores, embora considere "realista" a postergação do reajuste - nova reunião foi marcada para o início de julho. Foi preciso "lembrar" aos negociadores que se trata de manter, três meses depois da data-base, os salários reajustados apenas em JANEIRO de 2021, SEM RETROATIVIDADE e por um índice correspondente a METADE da inflação apurada até abril de 2021.

O SJPDF lembra aos jornalistas que apenas a mobilização e a pressão podem ter algum impacto no andamento das negociações. Até a próxima rodada, o caminho que se apresenta para nós é o de resistir, insistir e participar. Da parte dos patrões, a única resposta à situação econômica é lançar mão dos mecanismos patrocinados pelo governo federal, por medida provisória: redução de salários ou suspensão do contrato de trabalho.

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