Uma em cada duas jornalistas sofre violência de gênero no trabalho. Mais de 65% não apresentam denúncia formal sobre os casos.
Apesar de regularizar parte das pendências financeiras dos funcionários, a empresa ainda tem que responder sobre o cronograma aprovado pelos jornalistas na assembleia de 20/11.
Depois de um processo intenso de mobilizações, os empregados conseguiram manter maioria dos seus direitos, tíquetes-extras e vale cultura.
Na próxima sexta-feira, 1/12, ocorrerá uma nova assembleia.