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Jornalistas em meados de carreira podem se inscrever para uma bolsa de estudos na Universidade de Oxford, na Inglaterra.

Reuters Institute for the Study of Journalism busca candidatos para seu programa de pesquisa, com duração de três, seis ou nove meses.

O bolsista irá completar um trabalho acadêmico de cerca de 10.000 palavras para publicação, com preferência a projetos dentro das áreas de foco do instituto: o negócio do jornalismo, a prática em evolução do jornalismo e as relações entre jornalismo e prestação de contas.

Os candidatos devem ter experiência mínima de cinco anos de jornalismo e bom conhecimento do inglês.

A inscrição, incluindo o currículo, declaração pessoal, proposta de projeto, referências e amostras de trabalho, deve ser enviada até 30 de janeiro.

Para mais informações (em inglês), clique aqui.

Fonte: Rede de Jornalistas Internacionais 

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A Editora Casa Amarela, que publica a revista Caros Amigos, foi condenada a indenizar em R$ 60 mil reais a jornalista Débora Prado de Oliveira, demitida em 2013 após participar de uma greve contra corte de salários e de pessoal da redação.

De acordo com o portal Global Voices, pelo menos mais três ex-funcionários estão processando a empresa em função das demissões de 2013. O dono da empresa e duas funcionárias disseram que a jornalista era freelancer, ganhava R$190,00 por página de matéria, não tinha horário fixo de trabalho e comparecia à redação apenas “dois dias por mês”. Esses depoimentos, no entanto, foram contraditos pelas declarações de Débora e dos jornalistas Cecília Luedemann e Hamilton Octavio de Souza, ex-editor da revista.

Souza contou que o juiz interrompeu a sessão e chamou as quatro testemunhas para uma conversa reservadamente. "Ele insistiu que havia contradição evidente, chegou a oferecer uma oportunidade de retratação a quem estava mentindo, mas acabou por determinar que as testemunhas fossem encaminhadas à Polícia Federal para abertura de inquérito com o objetivo de apurar a verdade dos fatos".

Portal Imprensa

 

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Na última quinta-feira (22/01), a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) divulgou o Relatório da Violência contra Jornalistas 2014. O documento aponta que  129 jornalistas sofreram algum tipo de violência. O estudo revela ainda três assassinatos, a maioria deles no Estado do Rio de Janeiro (RJ), com dois casos registrados.

Um dos casos mencionados é o do repórter cinematográfico Santiago Andrade, da Band, morto depois de ser atingido por um explosivo durante uma manifestação no Centro do RJ. Os dois réus, Caio Silva de Souza e Fábio Raposo vão a júri popular.  Outro caso é de Pedro Palma, ocorrido em Miguel Pereira, no centro-sul do Estado.

Em fevereiro de 2014, Palma, único repórter do jornal Panorama Regional, foi assassinado com três tiros na porta de sua casa. Ele fazia denúncias de corrupção. O relatório indica ainda que houve uma queda de 30% no número de agressões contra os profissionais de imprensa no ano passado. Em 2013, foram 181 casos contra 124 registrados em 2014. A região Sudeste conta mais da metade das agressões.

São Paulo e Rio de Janeiro foram os Estados que mais tiveram jornalistas feridos. Segundo o levantamento, a maior parte da violência partiu de policiais durante os protestos nas ruas.  O presidente da entidade, Celso Augusto Schroder, avalia que as agressões que vitimam os jornalistas devem ser cobradas.

"Isto é um primeiro passo que nós temos que fazer. Identificar efetivamente, fazer processos eficientes, e cobrar que os processos judiciais apurem. Por isso uma federalização de investigação seria importante, ou seja, nos locais que isso não for feito, seja qual for a razão, seria importante que pudéssemos estimular um setor nacional, federal que pudesse concluir essas investigações".

Fenaj cobra marco regulatório da presidente Em mensagem enviada este mês à presidente Dilma Rousseff (PT), a entidade apresentou o diagnóstico sobre o sistema de comunicação brasileiro e solicitou que o novo governo implemente um novo marco regulatório para as comunicações no país e convoque a 2ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom).

Segundo a Fenaj, a situação da propriedade, das relações estabelecidas e da interferência na vida nacional por parte dos veículos de comunicação social é incompatível com a democracia, atendendo quase que exclusivamente aos interesses empresariais do setor.  A entidade defende ainda que a ausência de incentivos à leitura coloca o Brasil entre os país com menor índice de leitura de jornais das Américas e que o jornalismo e os profissionais são prejudicados pelas escolhas empresariais de transformar seus empreendimentos em partidos políticos.

Fonte: Comunique-se

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As regras para a emissão e renovação são definidas pelo Conselho de Representantes da FENAJ.

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