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O SJPDF já percorreu mais de 30 órgãos públicos e privados do DF para divulgar a Campanha "Assessor de Imprensa é Jornalista".

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Publicado pelo Portal Imprensa

Desde que o projeto “Pague meu Freela” foi lançado na internet na última segunda-feira (13/10), uma avalanche de quase 30 mil pessoas se engajou para apoiar o desenvolvedor web Rafael Fidelis. Assim como muitos freelancers, o profissional cansou de receber calotes e junto com três amigos publicitários criou um sistema que manda mensagens engraçadinhas para o e-mail do departamento financeiro de uma grande agência de publicidade que lhe deve desde junho passado.

Tamanha foi a repercussão da campanha, que seus idealizadores já têm planos de expandir o projeto, transformando-o em uma plataforma no estilo “reclame aqui”, só que dedicada aos profissionais que trabalham por conta própria. 

A nova empreitada tem previsão de lançamento para janeiro de 2015. “Percebemos que o projeto precisava se transformar em um espaço onde os freelancers possam reclamar e também servir como ranking de empresas confiáveis, de acordo com o feedback dos usuários”, explica.

O “Reclame Aqui” dos freelas abrigará uma lista de empresas confiáveis, ajudando o freelancer a identificar potenciais problemas futuros com a falta de pagamento. Segundo Fidelis, o site também oferecerá a opção do usuário floodar a caixa de e-mails do departamento da empresa caloteira. Através de uma url personalizada, a mensagem pode ser compartilhada nas redes sociais, fazendo com que mais pessoas possam apoiar a causa do freelancer.

Após todo o buzz nas redes sociais e na imprensa, nesta quinta-feira (16/10), finalmente a agência que devia a Fidelis entrou em contato se comprometendo a sanar o débito em aberto. No site do Pague meu Freela há um cronômetro com a contagem regressiva até a próxima sexta (17/10), data prevista para o pagamento.

“Logo nas primeiras seis horas que lançamos o site a empresa recebeu oito mil mensagens. Pelo que eu entendi, parece que deu problema no sistema de e-mails deles. Eles ficaram preocupados, demoraram um pouco para entrar em contato comigo, porque eles não sabiam quem estava por trás da campanha”, concluiu Fidelis.

No perfil do projeto no Facebook, os 10 mil fãs receberam um agradecimento pelo apoio da campanha. Os criadores da página prometeram uma comemoração após o pagamento do freela.

 

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A Organização das Nações Unidas (ONU) convida cartunistas de publicações impressas e de mídia eletrônica de todo o mundo a participar do Concurso Ranan Lurie de Cartuns Políticos. Com o desejo de promover o alto padrão de excelência em charges que retratam o espírito da entidade, o concurso distribui premiações em dinheiro: o primeiro colocado receberá US$10.000; o segundo, US$5.000; e o terceiro, US$3.000.

As inscrições estão abertas até 15 de novembro. Não são cobradas taxas. Os profissionais podem inscrever trabalhos publicados entre 1° de setembro de 2013 e 15 de outubro de 2014. É necessário apresentar a reprodução e a tradução do material para o inglês.

“Chamamos o prêmio de Ranan Lurie porque acreditamos que seus cartuns políticos resumem os elevados padrões que nós gostaríamos de ver”, diz a organização da ONU no site oficial do concurso. Saiba mais sobre o regulamento e inscrições aqui.

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A cartilha foi produzida para que os trabalhadores tenham acesso mais fácil ao texto da CCT e possam, assim, cobrar que seus direitos sejam respeitados.

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