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Sindicato convita todos os jornalistas que trabalham em assessoria de imprensa para participarem da reunião na entidade, às 19h30.

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Como parte da agenda do mês internacional contra a homofobia,o Museu Nacional, em Brasília, foi escolhido para receber as atividades do projeto Eu te desafio a me amar, entre os dias 14 e 31/5. Sob a responsabilidade do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Ong que atua há mais de 30 anos na área dos direitos humanos, a iniciativa visa estimular o debate sobre os direitos da população LGBT no Brasil por meio de fotografias, vídeos e discussões sobre a temática.

Em Brasília, o lançamento das atividades ocorre na noite de hoje, 14/5, com a abertura da exposição fotográfica de Diana Blok , artista uruguaia/holandesa que coloca em foco a identidade sexual, a diversidade das relações afetivas e as questões de alteridade. Fotografias de personalidades, famílias e militantes LGBT, entre eles moradores da capital federal, fazem parte da mostra.

A fotógrafa captou imagens no Rio de Janeiro e em Brasília e as fotos retratam a vida de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. No dia 31, a mostra será levada para a Estrutural, cidade do entorno de Brasília. No Rio de Janeiro a exposição passou pelo Complexo de Favelas da Maré e, a partir de 17/5, Dia Internacional contra Homofobia, poderá ser visitada na sede da Anistia Internacional, em Laranjeiras. Veja a programação completa aqui

O aumento da violência contra a população LGBT foi um dos motivos que levou o Inesc, juntamente com Diana Blok, a investir no projeto. Segundo o Grupo Gay da Bahia, em 2013 foram contabilizados 312 assassinatos, mortes e suicídios de gays, travestis, lésbicas e transexuais brasileiros vítimas de homofobia e transfobia. A média é que ocorra uma morte a cada 28 horas.

Um contador disponível na página do grupo, mostrava que, até ontem (13), foram documentados 131 homicídios no Brasil. Além disso, o Grupo Gay da Bahia estima que 44% de todos os casos de homofobia letal no mundo, ocorridos em 2012, ocorreram no Brasil. (Dados divulgados em matéria publicada pela Agência Brasil)

Abertura no Museu da República: A abertura contará com performances de Rafucko (ativista, humorista e videomaker) e Tatiana Lionço (doutora em Psicologia, ativista feminista e membro fundadora da Cia. Revolucionária Triângulo Rosa) – imagens dos dois estarão presentes na exposição. Vídeos projeções ficarão por conta de Mari Mira.

Fotografias: Além de Rafucko e Tatiana Lionço, imagens de artistas como Ney Matogrosso e Ellen Oleria serão apresentadas na mostra. Também foram fotografados militantes e outras personalidades ligadas à questão da luta pelos direitos LGBT, como João Nery, primeiro homem transexual a ser operado no Brasil Marcelo Caetano, primeiro aluno da UnB a ter o direito de usar o nome social; Gustavo Bernardes, coordenador LGBT da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, e Jean Wyllys, jornalista e deputado federal que defende os direitos da população LGBT.

Saiba mais sobre o projeto: O projeto objetiva contribuir para a visibilidade das demandas sobre os direitos humanos da população LGBT no Brasil. A iniciativa conjuga exposição de fotografia da artista visual holandesa/uruguaia Diana Blok (http://www.dianablok.com/see-through-us/), que retrata personalidades, famílias e militantes LGBT no Brasil desde 2013; e fóruns de debates políticos sobre o tema. As atividades tiveram início em abril deste ano no Rio de Janeiro e se estendem até junho. O Inesc conta com o apoio da Embaixada da Holanda, da ONU Mulheres Brasil, da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e da Secretaria da Cultura-DF/Museu Nacional da República, entre outros parceiros. Veja mais sobre o projeto aqui

Serviço:

14/5: Abertura da exposição de fotografias “Eu te desafio a me amar”, de Diana Blok. Às20h. *Com performance de Rafucko e Tatiana Lionço (vídeo projeções: Mari Mira)

15 a 30/5: Exposição aberta ao público. Terça a domingo, das 09h às 18h30.

Foto: Diana Blok
Legenda: Marcelo Caetano, 23 anos, é estudante de Ciência Política da UnB, poeta e ativista da causa LGBT, foi o primeiro ter o direito de usar o nome social nessa universidade.

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A exploração sexual de meninas no Ceará e o impacto da Copa do Mundo em relação ao problema foram temas de reportagem para a Agência Pública, mas, dessa vez, em edição inédita. Divida em cinco capítulos, a matéria foi escrita em quadrinhos. O projeto foi premiado pelo Prêmio Tim Lopes de Jornalismo. “Nosso objetivo é justamente buscar novas formas de fazer jornalismo para que histórias tão importantes quanto essas cheguem ao máximo de pessoas possível. É nossa missão como agência de reportagens investigativas”, explicou a codiretora da Agência Pública, Natalia Viana.

É a primeira vez que a agência aposta nesse modelo de matéria. Para realizar o trabalho, a equipe de reportagem e de quadrinistas percorreu quilômetros de estradas, visitando Fortaleza, Canoa Quebrada e São Gonçalo do Amarante, e apurou como funciona a rede de exploração, que envolve menores de idade e estrangeiros.

Assinado pelo quadrinista Alexandre De Maio e pela repórter Andrea Dip, os textos apresentam relatos de especialistas, fontes oficiais, moradores, meninas abrigadas, mulheres adultas em situação de prostituição, contextualização da situação no Ceará e trechos em primeira pessoa, com a visão dos jornalistas em relação à apuração e situação do local. O resultado revela, segundo a agência, "a existência de uma grande teia de exploração sexual de meninas, além do registro do despreparo e a falta de estrutura dos órgãos oficiais para lidar com a ameaça de abuso sexual". A reportagem pode ser lida no site da Agência Pública.

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Atualizada em 28/5

A oportunidade tinha problemas tanto em relação à jornada de trabalho quanto à remuneração estipulada abaixo do piso salarial dos jornalistas.

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