Se decidir a favor, o STF praticamente acaba com a CLT, permitindo a subcontratação generalizada e precarizando nocivamente as relações de trabalho, atingindo salários, jornada de trabalho e saúde do trabalhador.
Sem avanços, negociações completaram oito meses. Além da assembleia, esta semana será marcada por mais mobilizações da categoria.
No dia 19/10 a empresa suspendeu o processo sob a alegação de que a ausência de representantes da Confederação dos Trabalhadores de Comunicação e Publicidade (CONTCOP) traria insegurança jurídica para a negociação já que a entidade historicamente assinava o Acordo.
Sindicato publica nota de repúdio contra os ataques do governo Michel Temer à classe trabalhadora e às políticas sociais.