Nesta terça-feira (21/1), a Agência Brasil e Radioagência Nacional, veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), ganharam novos layout e serviços. A repaginação tem o objetivo de atribuir mais agilidade e praticidade ao acesso das páginas.
A Agência Brasil passa a publicar noticias em inglês e espanhol diariamente e parte do conteúdo será disponibilizado em ambos os idiomas. Além disso, o site apresenta versão mobile e traz mais destaque às fotos com uma nova forma de visualização da galeria de imagens. Já a Radioagência Nacional, que comemora 10 anos no ar, conta com a disponibilização de downloads da programação como os áudios de notícias e de entrevistas das rádios.
A gerente da Agência Brasil, Lana Cristina, ressalta que o site ganhou um visual mais moderno e funcional, com valorização do conteúdo produzido, destacando um maior número de notícias na home. “Mudamos o nosso layout, mas não a nossa essência. Manteremos sempre o nosso compromisso enquanto agência pública de notícias, com abordagem pluralista e isenta”, afirma.
Outra novidade é que o conteúdo das duas agências, sob a Licença Creative Commons, poderá ser acessado em um único endereço: a Central de Conteúdo. As editorias serão divididas em Cultura, Direitos Humanos, Política, Economia, Educação, Geral, Internacional e Pesquisa e Inovação. Com o novo serviço, o usuário poderá se cadastrar para acessar todo o conteúdo por meio de login e senha.
Jornalistas, organizações ou instituições que promovem a liberdade de imprensa em todo o mundo podem ser nomeados a um prêmio de US$25.000.
Através do Guillermo Cano World Press Freedom Award, a Unesco vai reconhecer uma contribuição significativa para a liberdade de imprensa, especialmente em áreas de alto risco.
Estados-membros, organizações internacionais e regionais ou organizações profissionais e não-governamentais que trabalham no campo do jornalismo e liberdade de expressão podem nomear até três candidatos.
O vencedor será reconhecido durante o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a ser realizado no dia 3 de maio.
As inscrições devem ser em inglês ou francês e incluir uma breve biografia ou história do candidato.
Para mais informação (em inglês, espanhol e francês), clique aqui.
O Centre For Investigative Journalism de Londres está com inscrições abertas até 30 de janeiro para um curso de investigação de crimes financeiros, sigilo financeiro e recuperação de ativos. Jornalistas de países em desenvolvimento não pagam pelo curso e podem pedir bolsa para custos de viagem no ato da inscrição.
O curso será realizado em Londres entre 8 e 11 de abril e destina-se a profissionais que têm interesse em investigar negócios e o fluxo do dinheiro. Ter experiência em relatórios financeiros é uma vantagem, mas não uma condição prévia, já que entre os temas abordados nas aulas estão a análise de demonstrações financeiras, onde encontrar documentos, ferramentas para análise de dados, como entender as contas de uma empresa, entre outros.
A ideia é reunir jornalistas de países onde muitas vezes a corrupção, os paraísos fiscais e as práticas fiscais nocivas agravam a pobreza e a desigualdade social. A seleção dos bolsistas será baseada no histórico dos candidatos – terão preferência aqueles com prática em jornalismo investigativo. Por isso, é importante responder às perguntas do formulário de seleção com atenção e dar exemplos de seu trabalho investigativo. Os jornalistas não precisam, necessariamente, ter experiência em jornalismo econômico, mas todos os candidatos devem falar inglês, já que o seminário não terá tradução.
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O Donald W. Reynolds Institute está com inscrições abertas até o dia 15 de fevereiro para um programa de bolsas em inovação no jornalismo. O foco do programa são ações que ajudem a conectar os cidadãos com notícias e a criação de publicidade eficiente para aumentar as receitas, envolver as comunidades ou para garantir que a indústria tire proveito de tecnologias novas e emergentes.
No total, são três modalidades de bolsa: residente, não residente e institucional. Os bolsistas residentes recebem uma bolsa mensal de US$10.000, um subsídio de alojamento no valor total de US$10.000, além de passarem oito meses no campus da Universidade do Missouri.
As bolsas não residenciais são destinadas a funcionários de uma empresa de tecnologia ou notícias que tenham ideias que possam ser desenvolvidas em seus empregos. Estes bolsistas recebem uma bolsa de US$20.000 pelo ano, além de apoio a pesquisa e viagens. O projeto pode envolver algo no próprio país de origem ou que beneficie um empregador atual. As ideias bem sucedidas deverão servir de modelo para o mercado do jornalismo.
Já as bolsas institucionais têm o valor total de US$20.000 e são destinadas a empresas ou instituições e podem ser usadas para contratar um freelancer ou empregado temporário para preencher a vaga de um empregado ou para outras necessidades do projeto.
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