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Pesquisa da Fundação de Mulheres na Mídia, com sede em Washington, revelou ontem que 2/3 das jornalistas entrevistadas sofreram alguma forma de intimidação, ameaças ou abuso em seu trabalho.

A maioria dessas agressões aconteceu no local de trabalho, feita por chefes, supervisores e colegas. Mas a maior parte desses incidentes nunca foi denunciada -ainda que as entrevistadas tenham dito que foram afetadas psicologicamente.

 

A pesquisa, feita em colaboração com a Unesco, ouviu mil jornalistas mulheres em todo o mundo.

 

O relatório, de 40 páginas, também alerta para o aumento de xingamentos e de ameaças de morte na Internet para jornalistas mulheres e trata de segurança digital

 

A organização foi criada em 1990 e promove cursos de liderança para mulheres na mídia e premia anualmente destaques femininos na imprensa pelo mundo. (da Folhapress)

Confira a pesquisa aqui

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Matéria não entrou em pauta hoje, mas tem possibilidades de ser votada amanhã (12/3).

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Com o título “Jornalistas Mobilizados: como enfrentar os desafios para o exercício digno da profissão”.

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Comissão da Memória e Verdade do SJPDF apresentou relatório preliminar que aponta a existência de centros de detenção e de tortura no DF.

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