Nesta terça-feira (19/3), a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Maria do Rosário, viaja para para Ipatinga (MG), para acompanhar as investigações da morte do jornalista Rodrigo Neto de Faria, informou a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC).
Em Ipatinga, a ministra tem marcada uma reunião com o delegado José Walter Mota Mattos, do 12º Departamento de Polícia Civil, com a participação de representantes da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, da Ordem dos Advogados do Brasil e do Ministério Público mineiro também participam da reunião.
Além de saber o andamento das investigações e mostrar o interesse da secretaria na solução do caso, a possível relação do crime com o trabalho do jornalista também deve ser questionada na reunião. O jornalista atuava na editoria policial e estaria apurando informações sobre um grupo de extermínio formado por policiais da região.
Crime
No dia 8 de março, Neto e um colega estavam no "Baiano do Churrasquinho", no bairro Canaã, local que ele costumava frequentar. Quando ele abria a porta de seu automóvel, dois homens em uma motocicleta, usando luvas e capacetes fechados, se aproximaram, dispararam e fugiram.
O portal do Vale do Aço afirma que o radialista levou dois tiros de arma calibre 38 - um na testa e um no peito. Mas de acordo com o portal R7, o delegado responsável pelo caso, Ricardo Cesari, afirmou que Neto foi atingido por cinco tiros.
Neto chegou a ser socorrido com vida e foi levado para o Hospital Municipal de Ipatinga, no bairro Cidade Nobre, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O jornalista era casado e deixa um filho.

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