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A tensão no Iraque ganhou força após o grupo radical Estado Islâmico (EI) divulgar o vídeo da morte do jornalista americano James Foley. Além dele, outro repórter dos EUA, Steven Joel Sotlof, aparece sob ameaça da facção.


Para tentar intervir na ação do grupo, os familiares e amigos do jornalista criaram uma petição e enviaram a Casa Branca pedindo que o presidente do país, Barack Obama, faça o possível para libertar Sotlof.

Em entrevista ao canal CNN, Emerson Lotzia, colega de faculdade de Sotloff, comentou a situação. "O problema é que ele era um jornalista freelancer de baixo reconhecimento. Sua família não queria vê-lo na mídia porque tinham medo de retaliação. Se algum amigo  me perguntava sobre ele, eu dizia que não o tinha visto", contou.

Segundo ele, é a primeira vez que a família tem notícias sobre o repórter desde dezembro do ano passado. Ainda não está claro quando Sotloff e Foley foram levados para o cativeiro do grupo, explicou ele. 

O jornalista frequentava a Universidade da Florida. O editor de seu jornal na instituição, Ashley Burns, elogiou o trabalho que Sotloff faz e sua coragem. "Ele escreve com uma paixão incrível sobre Benghazi e suas experiências na Síria e Turquia. Ao mesmo tempo mostra a situação das pessoas que conheceu nesses países", declarou.


Um negociador do FBI disse que a ameaça contra a vida do repórter está aberto a negociações de resgate, mas não acredita em "uma longa discussão." Para ele, o preço seria "bem mais de um milhão de dólares."

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