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Na última sexta-feira, 4/3, o Sindicato dos Jornalistas do DF realizou assembleia com os jornalistas do Correio Braziliense na própria sede do veículo. A assembleia recusou a proposta feita pela empresa de parcelar o retroativo e a participação nos lucros (abono) referentes à data-base de 2015, que devem ser pagos neste mês. 

Em reunião no dia 1o de março, a direção da empresa sugeriu dividir em sete vezes o retroativo, com início em maio, e em duas vezes a PLR (parcelas em junho e setembro). A proposta foi muito criticada pelos trabalhadores, que deliberaram o prazo do dia 31 de março para a quitação desses pagamentos e o recolhimento do FGTS em atraso.

Os trabalhadores também aprovaram a constituição imediata de um comitê de crise composto por representantes dos trabalhadores e da empresa. O objetivo dos jornalistas é acompanhar os problemas financeiros e as iniciativas da gestão para resolvê-los. Durante a assembleia também foram escolhidos os funcionários que farão parte do comitê se ele for criado. 

Outro pleito deliberado pela assembleia foi a garantia de estabilidade dos trabalhadores até que os débitos pendentes da Convenção de 2015 sejam quitados. A regularização dos pagamentos dos jornalistas free lancers também aprovada pelos jornalistas.

O Sindicato enviou nesta segunda-feira, 7/3, os resultados da assembleia à direção do Correio. Uma nova assembleia com os jornalistas do veículo foi marcada para o dia 31 de março. Se a empresa não cumprir os pleitos, os trabalhadores avaliarão quais serão as reações tanto do ponto de vista de mobilização quanto na Justiça.  

“No início da negociação de 2015, os patrões, de certa forma, tentaram acabar com a data-base da categoria. Se a categoria abrir esse precedente agora é um risco muito grande. E depois de aprovado e negociado o acordo, o Correio afirma que não dá para cumprir com prazos de pagamentos. Isso é rasgar a Convenção Coletiva de Trabalho”, afirma Wanderlei Pozzembom, coordenador-geral do SJPDF.

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