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O filme "A Culpa é da Foto" dos diretores e colegas Eraldo Peres, Joedson Alves e André Dusek está concorrendo na mostra competitiva do 21° Festival Internacional de Documentários É TUDO VERDADE, que ocorre nesta semana em São Paulo e no Rio, simultaneamente. O curta é vencedor da categoria curta metragem do 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Se ganhar no Festival Internacional o filme será indicado automaticamente para o Oscar Mundial de Cinema.

O filme foi exibido nessa terça-feira, 12/4,no Centro Cultural São Paulo com a presença dos diretores André e Joedson. Nessa quarta (13/4), o curta brasiliense foi novamente projetado no Cinearte na avenida Paulista. Hoje (14), a dupla de cineastas estará no Rio de Janeiro para exibir “A Culpa é da Foto” na sala Itaú Botafogo. Nesta sexta, o filme será mostrado no Instituto Moreira Salles. Paralelamente ao festival, o documentário "A Culpa é da Foto" está concorrendo ao prêmio "Canal Brasil de Curtas".

Saiba mais sobre o curta

O filme trata de um protesto realizado em janeiro de 1984, no governo militar do General Joāo Baptista Figueiredo, ocasião em que fotógrafos, cinegrafistas e repórteres baixaram suas máquinas na rampa do Palácio do Planalto em repúdio à proibição de registros dentro do gabinete presidencial.

A Culpa é da Foto traz o depoimento de profissionais que ousaram a participar do protesto em pleno governo militar. O grande objetivo dos fotógrafos foi contestar os atos de retaliação, assédio moral e censura utilizados contra a imprensa durante o Governo Figueiredo. O único registro do momento ficou sob a responsabilidade do repórter fotográfico José de Maria França, J.França.

O curta tem duração de 15 minutos e traz depoimentos de nove jornalistas que estavam na cena da fotografia, destes um era o fotografo oficial do presidente, Roberto Stuckert, o outro, Silvio Leite, era o presidente do comitê de imprensa do Palácio do Planalto em 1984. Ambos estavam na rampa, mas não são vistos na fotografia.

Entre esses depoimentos também estão o do repórter fotográfico André Dusek, que à época era presidente da Uniāo dos Fotógrafos de Brasília. Ele foi testemunha ocular do protesto do outro lado da rua e no documentário é Dusek quem faz a ligação dos fatos até o dia do protesto. Outro profissional que aparece no filme é Wilson Pedrosa, que teve várias desavenças com Figueiredo. Pedrosa teria feito uma foto do presidente com gesso e isso o teria irritado muito.

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