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NOTA

É com o país sob o peso de mais quase 4 mil mortes registradas em 24 horas, devastado por uma pandemia que em um ano custou a vida de mais de 300 mil brasileiros, que o governo Bolsonaro e os comandantes miilitares celebram mais um aniversário do golpe de 1964. Mais que isso, o presidente, apologista da tortura e do assassinato de presos políticos, exalta as duas décadas de ditadura, com o Congresso tolhido, a sociedade civil acuada, sindicatos sob intervenção e a imprensa amordaçada.

O Sindicato dos Jornalistas do DF lembra, nesta data, o quanto a democracia e a liberdade são vitais para o exercício da nossa profissão com fidelidade ao compromisso de informar a sociedade. Sob o regime militar, não apenas publicações foram censuradas. Muitos colegas foram presos e perseguidos. Alguns foram mortos.

Foi justamente o assassinato sob tortura do jornalista Vladimir Herzog, no sinistro DOI-Codi em São Paulo, em 1975, que motivou a primeira grande manifestação pública de repúdio à ditadura desde a decretação do AI-5, em dezembro de 1968. Então, como agora, a luta pela democracia esteve no centro da nossa pauta, como sempre continuará.

No dia em que, em meio a uma crise política e militar, a sombra do golpismo e das aventuras autoritárias teima em pairar sobre o Brasil castigado pela pandemia, o SJPDF reafirma o compromisso dos jornalistas com a liberdade. Os repetidos ataques de Bolsonaro à nossa categoria e à liberdade de imprensa não nos intimidam - ao contrário, nos encorajam a responder NÃO aos que pensam repetir o caminho tomado contra a democracia há 57 anos.

Ditadura nunca mais!

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