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Publicado em Sexta, 01 Outubro 2021 15:17
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No dia 2 de outubro, o povo volta a ocupar as ruas e praças de todo o país pelo Fora Bolsonaro, em defesa das estatais, dos direitos da classe trabalhadora e da população mais vulnerável, que sofre com a alta inflação, o maior índice de desemprego desde 2012 e o sucateamento dos serviços públicos. No Distrito Federal, a mobilização acontece a partir das 15h30, no Museu Nacional da República.

Apesar dos mais de 130 pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) e do enorme caos político, econômico e sanitário que o Brasil enfrenta, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), continua mantendo sua lealdade ao chefe do Executivo a despeito dos interesses da população.

As constantes denúncias de corrupção, mentiras, crimes e inoperância do governo impulsionam a população a buscar nas ruas o afastamento do presidente. O super pedido de impeachment, que foi assinado por mais de 40 entidades, incluindo a CUT, lista 23 crimes de responsabilidade cometidos por Bolsonaro, dentre eles: opor-se ao livre exercício do Poder Judiciário, incitar militares à desobediência à lei ou infração à disciplina, usar de violência ou ameaça contra funcionário público para coagí-lo a proceder ilegalmente, bem como utilizar-se de suborno ou de qualquer outra forma de corrupção para o mesmo fim, violar patentemente qualquer direito ou garantia individual e os direitos sociais assegurados na Constituição. 

Além disso, a evidente recusa do presidente em combater a pandemia, que já vitimou quase 600 mil brasileiros e a política econômica de Paulo Guedes, que privilegia empresários e banqueiros deixando 14,7 milhões de desempregados e 19 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar, são fatores que estimulam ainda mais a sociedade a protestar contra a gestão desastrosa deste governo. 

“Não podemos esperar que a Câmara dos Deputados tenha, por si só, a iniciativa de cassar Bolsonaro por seus crimes. Para que haja reparação e o nosso país volte a crescer, produzir emprego e renda e respeitar os direitos da população é necessário que ocupemos as ruas e mostremos a nossa insatisfação por toda a negligência, os ataques à democracia e o descaso com a classe trabalhadora. Por isso, cada uma e cada um de nós tem a tarefa de mobilizar as nossas categorias e comunidades e construir, no dia 2 de outubro, o maior ato contra esse governo que o país já viu”, convoca o presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues.

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