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A campanha salarial dos jornalistas do DF entra em uma etapa decisiva depois da última rodada de negociações. Em resposta ao movimento feito pela categoria, que recuou em dois pontos das reivindicações salariais, o sindicato patronal (Sinterj) apresentou como contraproposta um reajuste parcelado de 7%, uma alteração mínima no índice inicial (5% parcelados), e incluiu um abono extraordinário, mas somente para quem ganha o piso.

Matéria atualizada: https://www.sjpdf.org.br/noticias-teste/52-em-destaque/4468-cct-22-patronal-envia-nova-contraproposta-e-categoria-tem-assembleia-dia-4-7

A proposta patronal foi oficializada horas antes da assembleia realizada na quarta-feira (22), sem que fosse possível à direção do Sindicato dos Jornalistas (SJPDF) fazer uma avaliação mais completa e - mais importante - divulgar a contraproposta aos colegas. Por isso, iremos realizar nova assembleia, na segunda-feira (04/07). Até lá, será possível analisar e divulgar amplamente o que foi colocado na mesa de negociação.

Contraproposta patronal
O reajuste apresentado pelo Sinterj (5% + 2%, ambos sobre o salário de março/22) foi considerado ainda muito distante da reivindicação principal da categoria, que é a reposição integral da inflação anual, acumulada na data-base de 1º de abril: 11,7%.

Na última reunião de negociação, na quinta-feira (23), foram discutidas alternativas para que as partes retornem à mesa com novas propostas, no esforço de destravar o impasse.

No entanto, se o prolongamento desse processo penaliza especialmente os trabalhadores, o tempo não pode servir como aliado para que os patrões sigam impondo perdas salariais - que se elevam ainda mais com a escalada inflacionária dos últimos meses.

Para conseguirmos um avanço significativo e a recuperação do poder de compra dos nossos salários, mais do que nunca, são decisivos o envolvimento e a participação dos e das jornalistas, de cada redação, na campanha salarial.

Mobilização
Teremos nova assembleia na segunda-feira (04) para discutirmos a possibilidade de uma contraproposta para negociação e - mais importante - as iniciativas que podemos tomar para pressionar as empresas e fazer repercutir nossa disposição de luta.

Até lá, o Sindicato voltará às redações para dialogar com as e os colegas sobre a campanha.

Confira abaixo as últimas contrapropostas da categoria e do Sinterj:

REIVINDICAÇÕES DA CATEGORIA
- Reajuste salarial: reposição integral da inflação ( 11,7% ), retroativa à data-base (abril)
- Aplicação do mesmo índice ao auxílio alimentação ( R$ 410,55 ), auxílio creche (R$ 563) e outros benefícios
- Pagamento de PLR/PPR no valor único de R$ 1.800
- Negociação das 6 Cláusulas sociais, com ênfase na licença-maternidade de 6 meses e auxílio-creche para pais.

CONTRAPROPOSTA PATRONAL
- Reajuste salarial: 7%, em duas etapas: 5% no salário do mês seguinte à assinatura do acordo
2% no salário de março de 2022, no terceiro mês após a assinatura da CCT
- NÃO HÁ RETROATIVIDADE
- O mesmo índice e parcelamento se aplicam ao piso salarial
- Abono de até R$ 600 SOMENTE para quem recebia o piso na data-base, pago até o vencimento do salário do mês seguinte ao acordo
- Auxílio-alimentação: valor mínimo passa a R$ 370 no mês seguinte ao acordo e a R$ 390, em março/23
- Auxílio-creche: valor máximo passa a R$ 550 no mês seguinte ao acordo.

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