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Publicado em Quinta, 10 Janeiro 2013 12:24
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Se a previsão das entradas de receitas se confirmar, o Sindicato fechará o ano com um déficit de mais de R$ 21 mil. Em julho, prevíamos chegar a 31 de dezembro com um superávit de R$ 65 mil. O que aconteceu para que o cenário mudasse tanto?  A cobrança judicial da dívida previdenciária do Clube da Imprensa.

Em julho, a direção do Clube foi intimada pelo INSS a pagar de imediato um débito no valor de R$ 22.803,11, correspondente a parcelas não recolhidas dos trabalhadores. No ano passado, o Clube havia perdido a oportunidade de parcelar a sua dívida previdenciária histórica, em 180 parcelas, nos termos da Lei 11.941, também conhecida como Refis 4. Com a notificação do INSS, restou a opção de pagar a parte laboral não recolhida, para evitar que o patrimônio do Clube fosse a leilão, e solicitar o parcelamento da dívida, mas apenas em 60 meses.O acordo foi fechado no dia 12 de agosto, com a previsão do pagamento de duas mensalidades, uma de R$ 1.636,07 e a outra de R$ 6.826,26, um total de R$ 8.462,33 que, multiplicado por 60 perfaz R$ 507.739,27.O impacto nas contas do Sindicato foi imediato: além de desembolsar os R$ 22.803,11 da parte laboral, passamos a pagar as duas parcelas da dívida previdenciária, inscrita na dívida ativa da União. Daí que a previsão de superávit de R$ 65 mil transformou-se na previsão de déficit de R$ 21 mil.É preciso acrescentar que nessa conta não se computa outros R$ 22.880,77, ainda não devolvidos, que há meses haviam sido antecipados ao Clube para pagamentos de dívidas, além dos repasses correntes mensais de cerca de R$ 17 mil.Trata-se de uma situação espinhosa, complexa, que exigirá a máxima atenção da nova direção do Sindicato.

 

Data de Publicação Original SJPDF: 10-09-24  - ID: 254

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