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Publicado em Sexta, 05 Abril 2019 19:25
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Após os trabalhadores da EBC decidirem pelo estado de greve, a direção da empresa decidiu atacar as entidades sindicais na última quinta. Em uma reunião chamada as pressas, a empresa questionou o estado de greve dos trabalhadores e afirmou que não aceitaria mais que a cláusula da mensalidade sindical e da contribuição assistencial estivesse na proposta mediada do ACT. Os Sindicatos e a Comissão se reunirão nesta sexta (5) com juiz mediado no TST.

Desde fevereiro o TST aguarda um retorno da empresa para construir uma proposta de mediação, que só veio após o estado de greve. Representantes da empresa disseram para os sindicatos que devem aceitar a proposta sinalizada na mediação do TST, como reajuste de 3,2% (para uma inflação de 4,5%) e apenas 1 ticket extra, além da proposta dos empregados para cláusula de auxílio previdenciário. Mas que não aceitam as cláusulas de custeio das entidades sindicais.

Os sindicatos aguardam a proposta oficial, já que foram apresentadas somente sinalizações, do Tribunal Superior do Trabalho para levar aos trabalhadores. Uma nova assembleia já está marcada para próxima terça (9/4), quando os trabalhadores irão analisar o avanço das negociações e planejar possíveis mobilizações.

Como apresentado na assembleia de terça (2), os sindicatos avançaram na mediação sobre a clausula de abono de faltas, que a EBC queria acabar. A proposta limita a prorrogação dos cinco dias previstos na cláusula para 15 dias no caso de internação e 10 dias para consultas médicas e odontológicas. Foi limitada a internação para pais, conjugue e filhos e dependentes legais. Para consulta médica, filhos só até 18 anos. Há exceção para filhos com deficiência incapacitante, que não terá limite. Discute-se ainda quais doenças poderão ter o abono ampliado.

Também foi acordado a manutenção do texto da cláusula sobre acúmulo e desvio de função, a manutenção da cláusula de escala de trabalho e folga. Ainda se debate a questão da compensação da jornada em até 30 dias.

A assembleia da última terça (2) em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo aprovou estado de greve dos trabalhadores em defesa do Acordo Coletivo de Trabalho.

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