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Publicado em Quinta, 21 Junho 2018 16:30
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Em mais uma ação de assédio e prática antissindical, a direção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) decidiu punir um dos coordenadores gerais do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal, Gésio Passos, jornalista concursado da empresa pública, pela sua ação em defesa da categoria.

Em julho de 2017, Gésio interferiu para coibir o comportamento assedioso de um chefe, que cobrava um repórter, às 8 horas da manhã, pressionando o trabalhador para iniciar sua jornada de trabalho antes do horário.

Como forma de intimidação, a EBC decidiu instalar uma Comissão de Sindicância sobre o fato durante a greve dos trabalhadores de 2017. Após uma apuração inicial, a Comissão teve todos seus membros alterados de forma autoritária, tendo sido estabelecido como presidente uma pessoa que historicamente age contra os trabalhadores na empresa pública, impedindo ainda o amplo direito de defesa de Gésio Passos e inocentando o assediador de todas as denúncias.

Como resultado da Sindicância, em seu último ato, o ex-presidente da EBC, Laerte Rimoli, determinou advertência ao coordenador do Sindicato. Na última quarta (20), Gésio foi notificado pela empresa informando que o novo presidente da EBC, Alexandre Parola, ignorou o recurso apresentado pelos advogados do Sindicato e efetivou a sanção imposta por Rimoli.

O Sindicato dos Jornalistas e seus diretores atuam historicamente contra o desvirtuamento da missão constitucional da Empresa Brasil de Comunicação e contra a interferência do Governo Federal na comunicação pública.

No último período, o Sindicato vem se manifestando continuamente contra a censura e o assédio aos jornalistas por parte dos gestores que assumiram a EBC após a posse de Michel Temer. Gésio Passos, por sua posição de dirigente, vem vocalizando na imprensa o descontentamento dos jornalistas e denunciando os casos concretos de perseguição e de ilegalidades.

Essa nova decisão da EBC é mais um exemplo de como a empresa pública foi sequestrada pelos interesses do Governo Federal, que age na ilegalidade com um política de censura e perseguição aos trabalhadores.

O Sindicato dos Jornalistas não vai se acovardar frente a mais um ataque e buscará reverter mais esta decisão na Justiça. Continuaremos firmes em defesa dos jornalistas, da comunicação pública e da Empresa Brasil de Comunicação.

 

Diretoria - Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal

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