O deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB) declarou apoio à PEC dos Jornalistas, que defende o retorno da obrigatoriedade do diploma de graduação em comunicação social para o exercício da profissão. O parlamentar afirmou ao site PB Agora que apresentará nesta semana requerimento de urgência para a apreciação do tema.
“Já me mostrei favorável à PEC 33, pois acredito que a profissão de jornalista deve ser executada por quem tem diploma, até por uma exigência de mercado e também pelo reconhecimento daquelas pessoas que estudaram e se prepararam para oferecer este tipo de serviço. Posso garantir desde já, que na próxima semana apresentarei o requerimento de urgência para apreciação desse importante projeto”, disse o deputado.
A proposta de emenda constitucional (PEC) visa restabelecer a obrigatoriedade do diploma para jornalistas, que foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em 2009. O projeto foi aprovado pelos senadores em 2012, mas ainda precisa passar por votação na Câmara dos Deputados.
O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Maranhão, Leonardo Monteiro, morreu no dia 25 de maio, em consequência de um câncer de próstata. O falecimento do jornalista só foi divulgado na última segunda-feira (3/6).
Segundo o site da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), Monteiro era graduado em Jornalismo e Direito e esteve à frente do Sindicato dos Jornalistas do Maranhão desde os anos 80.
O jornalista foi internado em 23 de maio no Hospital Carlos Macieira (HCM), em São Luís, com falta de ar. Ele estava fazendo um tratamento para combater o câncer, mas a doença já estava muito alastrada. Monteiro faleceu aos 68 anos.
A direção do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) recebeu, em 28 de maio, resposta às reivindicações apresentadas aos diretores do jornal Valor Econômico na mesa de negociação para os demitidos pela empresa, que se dispôs a manter o convênio médico dos ex-funcionários até o fim do ano.
Segundo o site do SJSP, até o momento, o Valor não divulgou o número oficial de jornalistas dispensados, que deve ficar entre 25 a 28 profissionais, em São Paulo, de um total de 180 que trabalham no jornal.
Quanto à proposta financeira da rescisão contratual, apresentada na última reunião do dia 24 de maio, a empresa manteve-se irredutível. De acordo com a reivindicação, o veículo deveria pagar um salário nominal a mais para os jornalistas com até 5 anos de redação; 1,5 salários para os que tiverem de 5 a 10 anos e 2,5 para os com mais de 10 anos.
Na reunião de 24 de maio, a direção do SJSP também lembrou os representantes do Valor de que os jornalistas estão em Campanha Salarial e insistiu que as demissões não deveriam ocorrer nesse período. A empresa assegurou que os índices obtidos na Campanha serão repassados aos dispensados depois da assinatura do acordo.
Para o presidente do SJSP, José Augusto Camargo (Guto), o fato de o Valor ter apresentado imediatamente propostas de indenização aos ex-funcionários é um reflexo das vitórias do Sindicato, que arrancou benefícios de outras empresas nos casos de demissão em massa.
Publicada pelo Portal Imprensa
Decisão foi tomada em plebiscito com participação de mais de metade dos associados em dia.