Decisões judiciais barraram, de março até agora, meios de comunicação em sete Estados brasileiros. O levantamento foi realizado pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) e considerou apenas os episódios de censura judicial.

De acordo com a Zero Hora, apenas no fim de agosto, foram dois casos. No Paraná, a Gazeta do Povo foi proibida de publicar informações sobre as investigações contra o presidente do Tribunal de Justiça. O desembargador Clayton Camargo é investigado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por suspeita de venda de sentença e por suposta influência para favorecer a candidatura do filho a uma vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Em Pernambuco, até a última quarta-feira (4/9), antes da retirada da ação judicial, três veículos estavam proibidos de citar o nome do presidente da Assembleia, Guilherme Uchoa (PDT) em reportagens sobre tráfico de influência no caso de adoção de uma criança, do qual sua filha teria participado.

Segundo a ANJ, o maior prejudicado nessas situações é o cidadão, que é impedido de ter a informação que lhe interessa. A entidade disse que a censura prévia é vetada pela Constituição, uma vez que eventuais delitos contra a honra praticados pela imprensa somente são passíveis de sanção judicial a posteriori, comprovado o dano moral pelos devidos meios judiciais.

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A programação para a Conferência Global de Jornalismo Investigativo está definida. O evento realizado pela Global Investigative Journalism Network (GIJN) acontece no Rio de Janeiro de 12 a 15 de outubro. Nesta edição, o encontro acontece outros dois eventos internacionais: o 8º Congresso da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e 5ª Conferencia Latinoamericana de Periodismo de Investigación (COLPIN), do Instituto Prensa y Sociedad.

Com a integração das três conferências, o público estimado é de 1200 pessoas. Serão mais de 150 painéis, seminários, workshops, e mini-cursos,  incluindo blocos temáticos sobre corrupção e crime organizado, meio-ambiente, esporte e jornalismo de dados .
A grade completa pode ser acessada no site da Abraji.

Entre os nomes brasileiros confirmados, estão Caco Barcellos (TV Globo), Roberto Cabrini (SBT), Eliane Brum (jornalista independente e colunista do site da revista Época) e Miriam Leitão (O Globo). Também participarão estrangeiros como Glenn Greenwald (The Guardian), Amanda Cox (The New York Times), Andy Lehren (The New York Times) e Frank La Rue (Relator de Liberdade de Expressão da ONU).

Uma vez inscrito, o participante poderá circular pelas palestras de qualquer um dos três eventos. Durante o encontro serão entregues os prêmios internacionais de jornalismo Global Shining Light, Daniel Pearl e Latinoamericano de Periodismo de Investigación.

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SJPDF repudia abusos de manifestantes nos protestos e ação excessiva e indiscriminada das forças policiais.

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A campanha “Para Expressar a Liberdade” convoca a todos e a todas para a primeira contagem nacional de assinaturas do Projeto de Lei da Mídia Democrática. Para isso, realizará um mutirão de envio até o dia 22 de setembro. 

O objetivo é aproveitar a presença de vários representantes de entidades apoiadoras da Campanha na XVII Plenária do FNDC, que está centralizando as assinaturas. O evento acontecerá nos dias 21 e 22 setembro.

As entidades, associações, parceiros e observadores que comparecerão à Plenária estão convidados a levarem ao evento os pacotes de assinaturas coletados por parceiros e cidadãos em suas cidades, estados ou região.

Aos que não participarão do evento em Brasília, inclusive os cidadãos e cidadãs que têm coletado assinaturas junto às suas famílias, amigos e comunidades, estes poderão encaminhar as listas por correio, no endereço:

Fórum Nacional Pela Democratização da Comunicação (FNDC) - Setor Comercial Sul, Quadra 06, Ed. Presidente, sala 206, nº141 | CEP 70327-900 Brasília DF  (Enviar e-mail para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. informando o envio da correspondência)

Após a primeira contagem a coleta de assinaturas seguirá normalmente. Para ingressar no Congresso Nacional como vontade popular, a Lei da Mídia Democrática necessita de 1,3 milhão de assinaturas.

Publicada pelo FNDC

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