O Sindicato dos Jornalistas do DF participou de diversas ações em prol da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição que restabelece a obrigatoriedade da formação específica para o exercício do jornalismo, derrubada pelo Supremo Tribunal Federal em 2009. No dia 28 de maio, o SJPDF esteve junto com outros sindicatos e com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) em um dia de mobilização que terminou com uma reunião com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, para cobrar a instalação da Comissão Especial que irá analisar o mérito da PEC. Depois da reunião, Alves criou a Comissão. Agora, os sindicatos estão indicando nomes e reivindicando a sua instalação.
Durante o último ano, a atuação do Sindicato dos Jornalistas tem sido proativa em relação aos desrespeitos do Grupo Comunidade com os trabalhadores. Além de apresentar denúncias junto à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-DF) e ao Ministério Público do Trabalho do DF (com participação de mesas de negociação neste órgão), o Sindicato realizou atos em frente ao veículo; o ajuizamento de ações na Justiça do Trabalho; e a incidiu junto aos órgãos distritais (Governo do Distrito Federal e Câmara Legislativa do DF) reivindicando que as irregularidades sejam observadas para os repasses de verbas publicitárias e que os órgãos não sigam anunciando no Jornal da Comunidade.
Em maio, o Sindicato dos Jornalistas do DF promoveu um ato em frente ao Correio Braziliense para criticar os cortes realizados pela empresa, que chegaram a 70 demissões, sendo que seis foram de profissionais da redação. Durante o ato, os diretores reafirmaram o repúdio às demissões, cobraram que não haja novos cortes e reivindicaram um diálogo mais claro da empresa com os trabalhadores, bem como a apresentação de um posicionamento oficial do Correio em relação à crise. Segundo a direção do veículo, as demissões ocorreram por causa de uma restruturação da empresa frente às dificuldades financeiras vivenciadas pelos Diários dos Associados em Brasília.
Neste primeiro ano de gestão, a diretoria do SJPDF teve que resolver um problema grave em relação ao Clube. O consórcio de empresários que arrendou a área, comandado pela incorporada LB Valor, interrompeu o repasse das parcelas e quis impor um contrato rebaixado, com pagamento mensal menor e com a construção de um embrião de clube em vez de um clube. Os repasses foram cobrados dos parceiros, mas eles mantiveram a posição. Em notificação extrajudicial, ameaçaram pedir a devolução de todo o montante que já havia sido pago na forma das parcelas. Foi montada uma comissão de ex-presidentes formada para isso. Foram realizadas duas assembleias sobre o assunto. A última decidiu pelo ajuizamento de ação pedindo a rescisão do contrato e cobrando todos os valores devidos pelo consórcio de empresários.