Desde o fechamento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da EBC após a greve de novembro de 2013, as entidades de representação dos trabalhadores, entre elas o SJPDF, cobraram a realização de reuniões para acompanhar a implantação das cláusulas e o encaminhamento dos compromissos assumidos pela empresa para encerrar a paralisação. Um levantamento foi feito e enviado oficialmente à direção da EBC em janeiro. Algumas reuniões foram realizadas no primeiro semestre, até que elas foram interrompidas e retomadas somente em setembro. Um novo levantamento foi realizado pelo SJPDF e por outras entidades, que foi oficiado mais uma vez à empresa. No entanto, não houve uma resposta sequer sobre o solução das irregularidades apontadas. O SJPDF informou que, na continuidade dos desrespeitos, entraria com Ações de Descumprimento, proposta que foi aprovada em assembleia pelos trabalhadores.

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Entidades representativas dos trabalhadores, entre elas o Sindicato dos Jornalistas do DF, vem desde 2012 atuando em defesa da revisão do Plano de Empregos, Carreiras e Salários (PECS) da empresa. Em maio de 2013, o processo teve início a partir da contratação de uma consultoria para apoiar o processo (FIA). Sindicatos de jornalistas e radialistas e a Comissão de Empregados lutaram para garantir a participação das entidades e dos trabalhadores no processo, mas as organizações representativas foram excluídas do Grupo de Modelagem criado para elaborar os parâmetros do novo plano e não houve prestação de contas conforme prometido pelo Diretor-Presidente em novembro de 2012.

As entidades promoveram assembleias, reuniões por categoria e reuniões setoriais para elaborar propostas dos trabalhadores, o que resultou em um documento entregue em fevereiro. O Sindicato dos Jornalistas do DF realizou plenária de jornalistas da empresa em Brasília para colher a posição desses profissionais sobre o novo plano.

Após a aprovação de um indicativo de paralisação, a direção da empresa colocou o resultado do trabalho da consultoria e abriu um fórum na Intranet para receber contribuições. Em seguida, foi instalado um grupo com representações de gestores e das entidades de trabalhadores para sistematizar as recomendações e apresentar propostas à Diretoria-Executiva.

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Principal ação do segundo semestre de 2014, a campanha “Assessor de Imprensa é Jornalista” foi lançada em agosto deste ano. O objetivo da iniciativa é chamar a atenção dos profissionais que atuam nas assessorias de imprensa sobre o fato que eles possuem os mesmos direitos daqueles que trabalham nas redações. A ideia da campanha é abordar diferentes temas que tenham relação com os problemas enfrentados pelos jornalistas que exercem função de assessor de imprensa. O assunto tratado neste ano será jornada de trabalho. A diretoria iniciou as visitas às assessorias. As passadas já incluíram órgãos e instituições como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Iphan, Fecomércio, FIBRA, Abrace. Veja mais sobre a campanha aqui

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O crescente número de agressões praticadas contra profissionais durante coberturas jornalísticas, principalmente de manifestações levou a direção do SJPDF a agir de maneira dura junto às empresas e ao Poder Público. Logo no início da gestão, no feriado de 7 de setembro, 12 profissionais da impressa foram agredidos pela polícia. A diretoria do Sindicato havia enviado correspondência antes do evento à Secretaria de Segurança Pública reivindicando respeito ao trabalho dos profissionais e elaborou denúncia ao Ministério Público que resultou na abertura de inquérito para investigar os abusos.

A violência da Polícia contra a imprensa levou o SJPDF a agir de forma preventiva em relação à segurança da categoria na Copa do Mundo e nos protestos paralelos que ocorreram na Capital Federal. Para assegurar a segurança dos profissionais, a entidade atuou em frentes como: a cobrança de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e medidas de prevenção junto às empresas de comunicação, a cobrança junto ao GDF de respeito ao trabalho dos profissionais escalados para fazer a cobertura; diálogo com o Ministério Público do Trabalho do DF (MPT-DF) para fiscalizar as recomendações de segurança elaboradas pelo órgão; a produção e distribuição de manual trilíngue com orientações de segurança; a instituição de Comissão de Segurança para Jornalistas; a realização de curso sobre situações de riscos direcionado aos profissionais da mídia em parceria com o Sinterj/DF; a presença em locais estratégicos como o Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR) e o Centro Aberto de Mídia (CAM); e a participação dos protestos de rua para acompanhar a situação dos jornalistas.

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