O Sindicato dos Jornalistas do DF elaborou suas contribuições para o “Seminário Modelo Institucional da EBC: balanço e perspectivas”, evento convocado pelo Conselho Curador da empresa que foi realizado em agosto deste ano, na sede da EBC em Brasília. O SJPDF contribuiu com discussões sobre financiamento e sustentabilidade e gestão de conteúdos.
O Sindicato dos Jornalistas do DF lançou em 2015 uma campanha em defesa do cumprimento da jornada de trabalho do jornalista no serviço público. O objetivo da ação é fiscalizar e cobrar, a exemplo do que foi feito na primeira fase da campanha “Assessor de Imprensa é Jornalista”, o respeito às cinco horas diárias em órgãos públicos. Em instituições não regidas pela CLT ou em regras específicas, a campanha atua para assegurar a jornada especial por normativas específicas, pela via administrativa ou pela Justiça do Trabalho.
Este ano, o Sindicato dos Jornalistas do DF incentivou profissionais da área para a realização de cursos na sede da entidade. Pelo modelo de parceria proposto, o Sindicato entra com a estrutura, a divulgação e a parte de secretaria (inscrições e pagamento). Ao ministrante cabe a definição do curso, de sua ementa e de sua carga horária. Em 2015 foram realizados os
cursos de telejornalismo, da jornalista Aliene Coutinho, de “Redação e locução em rádio”, das jornalistas Ana Pimenta e Adiane Lorenzon, de "Planejamento Estratégico em Comunicação" , da jornalista Jamila Gontijo e de jornalismo ambiental, dos jornalista Beth Fernandes e Gadelha Neto. Os interessados em realizar cursos no SJPDF poderão entrar em contato por meio do endereço de e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou pelo telefone (61) 3343-2251.
O Sindicato dos Jornalistas foi uma das entidades contrárias do PL 4330/2004, que generaliza a prática da terceirização. O Sindicato convocou a categoria para participar de mobilizações no DF e nacionais, bem como atuou proativamente contra a aprovação do PL na Câmara dos Deputados. No entanto, a preposição legislativa foi aprovada e seguiu para a apreciação no Senado Federal. A lei é considerada um retrocesso contra os trabalhadores. A terceirização tem se tornado comum nas instituições onde o jornalismo é atividade meio, vindo acompanhada de práticas como a “pejotização” e o desrespeito à jornada específica. Se o projeto for aprovado, esses abusos terão amparo legal e poderão ser estendidas às redações. A nossa próxima batalha é no Senado Federal. O SJPDF tem participado das mobilizações para impedir que esse ataque seja consolidado e convoca a categoria para fazer parte desta luta.