A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) realizará seu segundo concurso público para cargos de níveis médio e superior. O edital, com informações sobre número de vagas, será divulgado nesta sexta-feira, 28, informou o site iBahia. 

Responsável por gerir emissoras de rádio e TV públicas, a EBC está vinculada à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. A empresa ainda administra a Agência Brasil e o Portal EBC.  

De acordo com extrato publicado no Diário Oficial, a seleção será organizada pelo Instituto Quadrix. O concurso será composto de provas e análise de títulos.

 

No último concurso, realizado em 2011, a empresa ofereceu 537 vagas imediatas. Na época, as oportunidades eram destinadas, por exemplo, à jornalistas, economistas, sonoplastas e engenheiros. As remunerações foram de R$2.354,50 (níveis médio e técnico), R$3.499,50 (superior) e R$6.459,50 (gestor).

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Encontro tratará da participação do DF no Enjai e da organização do Encontro/Curso de Jornalismo Sindical.

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Faltam 20 dias para o fim das inscrições do Prêmio Petrobras de Jornalismo. Profissionais de todo o país que ainda não enviaram seus trabalhos têm até o dia 10 de julho para concorrer a prêmios que vão de R$ 7 mil a R$ 30 mil (valores brutos). Podem participar jornalistas que tiveram reportagens e fotos publicadas entre 10 de maio de 2012 e 9 de maio de 2013 em jornal/revista, televisão, rádio e portais de notícias sobre cultura, responsabilidade socioambiental, esporte, petróleo/gás e energia.
Ao todo, serão concedidos 35 prêmios, divididos nas categorias Nacional e Regional. A Petrobras também vai premiar a melhor fotografia nas duas categorias em qualquer um dos temas descritos acima. Os autores das melhores reportagens e foto nacionais receberão o prêmio no valor de R$ 17.200 (bruto) cada. Já as matérias e foto regionais serão premiadas com R$ 7.150 (bruto). Além dessas categorias, haverá ainda o Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, de R$ 30 mil (bruto), para a melhor reportagem entre todas as enviadas.
Cada jornalista pode inscrever até seis diferentes reportagens. Os participantes do Fotojornalismo podem inscrever um trabalho para cada tema, sendo também proibida a participação simultânea nas categorias regional e nacional. Cada trabalho deverá ser encaminhado em envelope separado, contendo a ficha de inscrição, o material inscrito, com a devida identificação da reportagem (autor, o veículo que a publicou e demais documentos exigidos pelo regulamento do prêmio). No caso de matéria não assinada ou assinada com pseudônimo, a autoria deve ser atestada, por escrito, pela Chefia de Redação ou Chefia de Reportagem, em papel timbrado e com assinatura original, anexada à ficha de inscrição.
O material deve ser enviado para a sede da Petrobras (Av. República do Chile 65, 10º andar / sala 1001, Centro, Rio de Janeiro - RJ - CEP – 20031-912), aos cuidados da Gerência de Imprensa. Os trabalhos vencedores e seus respectivos autores serão conhecidos em outubro deste ano.
O Regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.petrobras.com.br/agenciapetrobras e anexados abaixo. Os participantes podem enviar suas dúvidas através do e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou ligar para (21) 3224 4281 / 3932.

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Na última segunda-feira (24/6), em nota, a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) pediu que autoridades brasileiras investiguem agressões e ameaças contra jornalistas que fazem a cobertura das manifestações pelo país. Além disso, a entidade exige que seja garantida a segurança dos meios de comunicação e dos profissionais no exercício de seu trabalho.
De acordo com a Zero Hora, um dos casos mencionados pela entidade ocorreu no Rio Grande do Sul, onde “manifestantes radicais tentaram atacar o prédio do Grupo RBS (onde funcionam os jornais Zero Hora, Diário Gaúcho e a Rádio Gaúcha), e tiveram de ser contidos pela Brigada Militar, que usou bombas de gás e balas de borracha para dispersar os agressores que jogavam pedaços de paus e pedras contra os policiais”. 
Na nota da SIP, o presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação, Claudio Paolillo, também critica a violência contra jornalistas nas manifestações: "Pese a legitimidade de qualquer protesto popular, não existe nenhuma justificativa para que os jornalistas e meios de comunicação sejam agredidos ou ameaçados. Justamente em um período de conflito, a melhor garantia para os cidadãos é que a informação possa fluir sem problemas".
Paolillo acrescenta: "As autoridades brasileiras devem empenhar todo seu esforço para garantir a proteção de jornalistas e meios, já que a liberdade de imprensa é imprescindível para que se conheçam os abusos e também as soluções, assim como assegurar os direitos e deveres constitucionais de todos os cidadãos".
Por fim, nomes de jornalistas agredidos durante os protestos pelo Brasil, “ora pela polícia, ora por manifestantes”, foram citados pela SIP. Caso, por exemplo, de Vagner Magalhães, do Terra; Giuliana Vallone, da Folha de S.Paulo; Leandro Morais, do UOL; Piero Locatelli, da CartaCapital; Fernando Mellis, do R7; e Caco Barcellos, da Rede Globo.

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