O Woods Hole Oceonographic Institution, de Massachusetts, nos Estados Unidos, está com inscrições abertas de bolsas para jornalistas interessados pela área científica, até o dia 17 de maio. O projeto visa introduzir os profissionais “aos campos interdisciplinares e amplos da oceanografia e engenharia oceânica”.
Por meio de seminários, visitas em laboratórios e expedições, os bolsistas terão acesso a descobertas feitas em novas pesquisas, conteúdo importante que agregará repertório para profissionais interessados nas áreas de geologia, ciência marinha, geoquímica e oceanografia física.
Com duração de uma semana, o programa está marcado para acontecer de 8 a 13 de setembro e é destinado a jornalistas formados há, pelo menos, dois anos. O ideal é que o profissional trabalhe como contratado em uma empresa de comunicação. Freelancers podem ser considerados, porém devem apresentar portfólio de trabalhos anteriores.
Além das inscrições online, os candidatos devem enviar cópias de conteúdos publicados durante a carreira por meio de correspondência.
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O SJPDF divulga levantamento do cumprimento das cláusulas do Acordo Coletivo 2012/2013 da EBC.
A diretoria do SJPDF repúdia a onda de demissões do Estado de São Paulo. Veículo demitiu 5 profissionais do DF.
O relatório "Ataques à Imprensa – Jornalismo na Linha de Frente", sobre a situação dos países americanos no que diz respeito às ameaças à liberdade de imprensa, coloca o Brasil no terceiro lugar, atrás da Colômbia e do México, e o 11º no mundo, no ranking de impunidade de crimes praticados contra jornalistas.
Para elaborar o ranking, o Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ) analisou o período de 2002 a 2011 e adotou a proporção de casos não solucionados de jornalistas assassinados por um milhão de habitantes. O relatório aponta que aproximadamente 85% ficam impunes em todo o mundo, informa a Agência Brasil.
Carlos Lauría, coordenador do CPJ para as Américas, entregou o documento a autoridades brasileiras há cerca de um mês. De acordo com a pesquisa, cinco assassinatos ficaram sem solução no país na última década.
Ele enfatizou a preocupação em relação aos casos de violência contra blogueiros. “A maior utilização das ferramentas digitais para divulgação de informações e de opiniões por comunicadores que trabalham, muitas vezes de forma independente, é motivo de preocupação, porque, pelo que temos visto, os torna muito vulneráveis. Quando se trata de profissionais que atuam no interior do país, em locais com acesso mais difícil à Justiça, as ameaças são ainda maiores”, destacou Lauría.
O coordenador do CPJ também chamou a atenção para as ações movidas por empresários, políticos, funcionários públicos, entre outros, que, alegando ofensas à honra ou invasão de privacidade, tentam impedir reportagens de interesse público ou retirar conteúdos já publicados.
Segundo Lauría, a impunidade é um dos principais responsáveis pelo aumento no número de assassinatos e ameaças a jornalistas e outros profissionais de mídia.